Assessoria de Imprensa
12/12/2025 09h50
O Índice ABCR referente a novembro de 2025 recuou 0,2% na comparação dessazonalizada com outubro. O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a estabilidade de -0,1% nos veículos leves e da queda de 0,8% nos veículos pesados.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 2,2%, impulsionado pela alta de 2,1% no fluxo de veículos leves e de 2,7% do segmento de pesados.
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O Índice ABCR referente a novembro de 2025 recuou 0,2% na comparação dessazonalizada com outubro. O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a estabilidade de -0,1% nos veículos leves e da queda de 0,8% nos veículos pesados.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 2,2%, impulsionado pela alta de 2,1% no fluxo de veículos leves e de 2,7% do segmento de pesados.
Nos últimos 12 meses, o índice total acumula avanço de 2,2%, fruto do aumento de 2,3% de veículos leves e 2,0% de pesados.
“Em novembro, o fluxo total de veículos nas praças pedagiadas da ABCR registrou leve recuo na série dessazonalizada. O resultado decorreu da queda no fluxo de veículos pesados, enquanto o de leves permaneceu estável na mesma base.
O fluxo de veículos leves permaneceu estável na margem, após atingir, em outubro, o maior nível da série. O mercado de trabalho aquecido segue impulsionando os deslocamentos pendulares e ampliando a massa de renda, o que sustenta as viagens a passeio.
Ainda assim, a conjuntura macroeconômica permanece restritiva: crédito apertado, inadimplência elevada, juros altos e pressões inflacionárias em alguns grupos de consumo continuam comprimindo o orçamento das famílias.
A expectativa é que os próximos resultados sejam positivamente afetados por políticas governamentais de apoio ao consumo, que tendem a reforçar o orçamento familiar e sustentar a demanda por viagens a passeio, embora a desaceleração do mercado de trabalho atue como contrapeso.”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.
“O fluxo de veículos pesados recuou, devolvendo o avanço de outubro, quando atingiu a máxima da série dessazonalizada. O aquecimento corrente do segmento decorre, principalmente, de fatores estruturais, como a expansão do e-commerce e a maior demanda por serviços logísticos, que seguem sustentando a tendência de alta no ano. Ainda assim, as condições financeiras apertadas impõem alguma limitação, na medida em que arrefecem a demanda das famílias por bens industriais.”, pontuam.
Estados - Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos recuou 0,4% em novembro, na série dessazonalizada. Nesse mesmo critério, os leves caíram 0,4% e os pesados 1,2%.
Em relação ao mesmo período de 2024, o índice total registrou alta de 1,9%. O fluxo pedagiado de veículos leves avançou 1,9% e pesados 2,1%.
Nos últimos 12 meses, o índice total acumula avanço de 1,7%, fruto do aumento de 1,8% de veículos leves e 1,4% de pesados.
No Rio de Janeiro, o fluxo total recuou 0,2% comparado a outubro na série dessazonalizada. O resultado decorreu da estabilidade de leves (0,1%) e queda de 1,1% de pesados.
Na comparação com novembro de 2024, o índice total registrou alta de 0,6%, resultado do avanço de 0,4% nos veículos leves e de 1,7% nos veículos pesados.
Nos últimos 12 meses, o índice total acumula alta de 1,4%, refletindo o aumento de 1,3% nos veículos leves e de 2,2% nos veículos pesados.
07 de janeiro 2026
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