Assessoria de Imprensa
13/03/2026 08h42 | Atualizada em 13/03/2026 08h50
A Eztec anunciou ontem (12) os resultados consolidados do 4º trimestre e do exercício de 2025, marcado por avanços históricos da companhia.
Segundo comunicado, o lucro líquido atingiu R$ 535 milhões no ano, um crescimento de 32,2%, consolidando-se como o melhor resultado nos últimos dez anos.
A receita líquida anual totalizou R$ 1.498 milhões, com margem bruta alcançando 41,7% (+7,6 pp) e margem líquida atingindo 35,7% (+9,8 pp).
Ambos os indicadores registraram os melhores patamares dos últimos três anos.
“Essa evolução reflete uma combinação de escala operacional, disciplina f
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A Eztec anunciou ontem (12) os resultados consolidados do 4º trimestre e do exercício de 2025, marcado por avanços históricos da companhia.
Segundo comunicado, o lucro líquido atingiu R$ 535 milhões no ano, um crescimento de 32,2%, consolidando-se como o melhor resultado nos últimos dez anos.
A receita líquida anual totalizou R$ 1.498 milhões, com margem bruta alcançando 41,7% (+7,6 pp) e margem líquida atingindo 35,7% (+9,8 pp).
Ambos os indicadores registraram os melhores patamares dos últimos três anos.
“Essa evolução reflete uma combinação de escala operacional, disciplina financeira e decisões estratégicas assertivas”, comenta a empresa.
O ano de 2025 registrou o maior volume de obras entregues na trajetória de mais de quatro décadas da companhia, com aproximadamente R$ 2,6 bilhões em VGV (Valor Geral de Vendas), distribuídos em oito projetos.
O portfólio inclui destaques como Dream View Sky Resort e Unique Green (Tourmaline e Emerald), além dos complexos Expression & Exalt Ibirapuera e Haute & Hub Brooklin.
“Do total entregue, 76% já estavam vendidos, validando a robustez da operação na entrega das chaves, experiência do cliente e repasses bancários", destaca Emílio Fugazza, CFO da Eztec.
“Todas as obras foram concluídas dentro dos prazos contratuais, sendo que parte delas ainda registrou economias que contribuíram positivamente para a margem bruta", completa.
Comercial – Na área comercial, a companhia afirma ter direcionado esforços para acelerar o giro de ativos.
O VGV lançado alcançou R$ 2,4 bilhões, maior patamar histórico, com crescimento de 46,7% em relação a 2024.
A velocidade de vendas manteve-se sólida, com 53,3% das novas unidades comercializadas no próprio ano, totalizando R$ 1,9 bilhão em vendas líquidas.
Segundo a empresa, os resultados refletem uma estratégia focada no segmento de média renda e no atendimento à demanda em cidades da Região Metropolitana de São Paulo.
Durante o ano passado, a alavancagem foi ampliada por meio da emissão de dois Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), sendo R$ 375 milhões em fevereiro e R$ 400 milhões em novembro, totalizando R$ 775 milhões, com taxas entre 98% e 99,5% do CDI.
De acordo com o comunicado, os recursos reforçaram o caixa e contribuíram para viabilizar novos empreendimentos.
“Essa decisão reforça a estratégia em otimizar a estrutura de capital enquanto busca capturar oportunidades de alta relevância”, comenta.
Já o Retorno sobre Patrimônio Médio (ROAE) atingiu 10,9% em 2025, aumento de 2,3 pp em relação a 2024 e o 2º ano consecutivo de elevação.
A melhoria dos indicadores de rentabilidade, diz a empresa, “reflete iniciativas focadas em eficiência operacional, ganho de escala, maior contribuição de projetos recentes e um modelo de negócios alinhado à natureza cíclica do setor, preservando a solidez financeira”.
O exercício foi encerrado com iniciativas relevantes, incluindo o pagamento de dividendos que, em conjunto com os demais pagamentos em trimestres anteriores, resultaram na distribuição de 57% do lucro líquido do exercício, assim como o aumento de capital por meio da capitalização das reservas de lucro.
No total, foram distribuídos R$ 339 milhões em dividendos.
Prioridades – Adicionalmente, a capitalização de R$ 1,4 bilhão, realizada em dezembro, resultou na emissão de aproximadamente 60 milhões de ações, elevando o total de ações emitidas para 281 milhões.
“Essas medidas reforçam nosso compromisso com a disciplina de capital e com a criação de valor para os acionistas”, ressalta Fugazza.
Para 2026, a Eztec estabeleceu um guidance de lançamentos entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3,5 bilhões em VGV.
Entre as prioridades, a empresa lista a conclusão de uma das torres do complexo Esther Towers e o fortalecimento da força de vendas com a criação de uma nova imobiliária, a EZ Brokers.
12 de março 2026
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