Assessoria de Imprensa
05/05/2026 10h16 | Atualizada em 06/05/2026 16h08
O segmento portuário brasileiro encerrou 2025 com recorde histórico de movimentação de cargas: 1,4 bilhão de toneladas, alta de 6,1% sobre o ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
A perspectiva para 2026 é ainda mais robusta já que o Novo PAC prevê investimentos acima de R$ 47 bilhões, com pelo menos 21 novos projetos em andamento, incluindo, a expansão do terminal de contêineres de Santos de 6 para 9 milhões de TEUs ao ano.
O crescimento, no entanto, vai além das docas. Transportadoras, operadores logísticos, armazéns gerais e empresas industriais que operam
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O segmento portuário brasileiro encerrou 2025 com recorde histórico de movimentação de cargas: 1,4 bilhão de toneladas, alta de 6,1% sobre o ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
A perspectiva para 2026 é ainda mais robusta já que o Novo PAC prevê investimentos acima de R$ 47 bilhões, com pelo menos 21 novos projetos em andamento, incluindo, a expansão do terminal de contêineres de Santos de 6 para 9 milhões de TEUs ao ano.
O crescimento, no entanto, vai além das docas. Transportadoras, operadores logísticos, armazéns gerais e empresas industriais que operam nos grandes portos e corredores de exportação enfrentam como um dos gargalos a falta de infraestrutura de armazenagem para sustentar a expansão das operações.
"O setor de portos é hoje um dos grandes motores de crescimento da economia nacional. Operadores, transportadoras e armazéns gerais estão no limite da capacidade e isso gera uma demanda crescente por alternativas de ampliação", afirma o diretor Comercial e de Marketing da Tópico, Sergio Gallucci.
Diferentemente dos grandes condomínios logísticos de alvenaria, os galpões modulares são montados diretamente na área do cliente, sem necessidade de obras permanentes, com implantação ágil, muitas vezes em menos de 30 dias, e custo acessível.
“Atualmente, cerca de 30% das nossas estruturas estão instaladas em portos e áreas retroportuárias em todo o país, ou seja, regiões estratégicas para quem precisa de agilidade e flexibilidade operacional”, comenta.
A Tópico, empresa do segmento de coberturas flexíveis, com mais de 50% de participação de mercado, tem presença pulverizada entre agronegócio, indústria geral e transporte e logística, com cerca de 25% a 30% de receita em cada um.
14 de maio 2026
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