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Com escassez de mão de obra, mercado de BIM no Brasil deve movimentar US$ 22 bi até 2031

Com expansão anual de 15,9%, adoção de tecnologias de modelagem avançada permite migrar a execução do canteiro para a fábrica, garantindo precisão milimétrica e redução de desperdícios

Assessoria de Imprensa

28/01/2026 15h35


A construção civil brasileira inicia 2026 com um desafio de eficiência. Com a projeção de que o mercado nacional de softwares BIM (Building Information Modeling) alcance US$ 22,8 bilhões até 2031, o setor acelera a adoção de ferramentas digitais para compensar a escassez de profissionais qualificados nos canteiros, problema que atinge a maioria das empresas da área atualmente.

A estimativa, baseada no relatório Brazil BIM Software Market, da consultora Mobility Foresights, aponta um crescimento anual de 15,9% no uso dessas tecnologias.

O movimento indica uma transição para a construção industrializada, modelo em q

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A construção civil brasileira inicia 2026 com um desafio de eficiência. Com a projeção de que o mercado nacional de softwares BIM (Building Information Modeling) alcance US$ 22,8 bilhões até 2031, o setor acelera a adoção de ferramentas digitais para compensar a escassez de profissionais qualificados nos canteiros, problema que atinge a maioria das empresas da área atualmente.

A estimativa, baseada no relatório Brazil BIM Software Market, da consultora Mobility Foresights, aponta um crescimento anual de 15,9% no uso dessas tecnologias.

O movimento indica uma transição para a construção industrializada, modelo em que parte da estrutura é fabricada fora do canteiro (off-site), exigindo maior precisão técnica e integração de dados entre projetistas e fabricantes.

Para Carlos Costa, Diretor Técnico e de Vendas da Trimble Brasil, a maturidade digital é a resposta direta para os custos crescentes e os prazos apertados.

"O foco atual da engenharia não é apenas o modelo visual em 3D, mas a qualidade da informação que chega à execução. O que chamamos de 'BIM Executável' permite que o projeto saia do escritório pronto para a linha de produção das fábricas de aço ou concreto. Isso reduz o erro humano e evita o desperdício de materiais, algo fundamental quando temos equipes de campo reduzidas", explica Costa.

Integração da cadeia produtiva - Embora o uso do BIM avance entre arquitetos e engenheiros, o setor ainda busca maior adesão dos fabricantes de materiais.

Um levantamento recente mostra que o fornecimento de bibliotecas digitais próprias por parte da indústria de insumos ainda é um estágio a ser vencido para que a automação da obra seja completa.

“Neste cenário, soluções de detalhamento como o Tekla Structures ganham espaço por conectar o projeto técnico diretamente à fabricação de componentes estruturais. A tecnologia da Trimble viabiliza que estruturas complexas sejam montadas com precisão milimétrica, diminuindo a necessidade de ajustes e retrabalhos durante a montagem final”, comenta.

Tendências para 2026 -
Para o primeiro semestre deste ano, a expectativa é que a análise de dados em nuvem e o uso de Inteligência Artificial para gestão de suprimentos ganhem escala.

A meta é permitir que gestores de grandes obras de infraestrutura e habitação tenham controle em tempo real do cronograma físico e financeiro.

"A digitalização deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito de sobrevivência financeira para as construtoras", conclui Costa.

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