Assessoria de Imprensa
30/09/2026 10h18
Projetar uma laje corporativa de quase 6 mil m² sem comprometer a flexibilidade arquitetônica dos ambientes exigiu uma solução capaz de vencer grandes vãos, suportar elevadas cargas estruturais e otimizar o uso de materiais.
No Lotus Tower, em Brasília (DF), esse desafio foi superado com o uso da tecnologia de protensão, que permitiu viabilizar a segunda maior laje corporativa do Brasil e a maior estrutura protendida da região Centro-Oeste.
O complexo, que reúne escritórios, áreas comerciais e centro de convenções, conta com pavimentos de até 6 mil m², vãos livres de até 16 metros e balanços suspens
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Projetar uma laje corporativa de quase 6 mil m² sem comprometer a flexibilidade arquitetônica dos ambientes exigiu uma solução capaz de vencer grandes vãos, suportar elevadas cargas estruturais e otimizar o uso de materiais.
No Lotus Tower, em Brasília (DF), esse desafio foi superado com o uso da tecnologia de protensão, que permitiu viabilizar a segunda maior laje corporativa do Brasil e a maior estrutura protendida da região Centro-Oeste.
O complexo, que reúne escritórios, áreas comerciais e centro de convenções, conta com pavimentos de até 6 mil m², vãos livres de até 16 metros e balanços suspensos de 5,8 metros.
Para alcançar essas dimensões, o projeto adotou como concepção estrutural o sistema em concreto protendido, tecnologia que utiliza cordoalhas de aço para protensão para otimizar as estruturas com elementos estruturas mais esbeltos, vencendo maiores vãos e redução de pilares
A solução proporcionou maior liberdade arquitetônica, ambientes corporativos mais amplos e flexíveis e uma estrutura mais eficiente do ponto de vista construtivo.
Para a execução da obra, foram utilizadas 1.220 t de cordoalhas Belgo CP-190 certificadas pela ABNT.
O empreendimento abriga a segunda maior laje corporativa do Brasil, característica que evidencia a complexidade estrutural do projeto e a necessidade de materiais com elevados padrões de desempenho, segurança e confiabilidade.
"As dimensões do projeto exigiram uma solução capaz de combinar resistência estrutural, flexibilidade arquitetônica e eficiência construtiva", afirma Jeferson Rocha, gerente de Construção Civil da Belgo Arames.
“A tecnologia de protensão foi fundamental para viabilizar esses requisitos, permitindo vencer grandes vãos e otimizar o uso de materiais sem comprometer a segurança da estrutura", completa.
Um dos diferenciais da solução utilizada no empreendimento está na rastreabilidade e no controle de qualidade do processo produtivo.
As cordoalhas Belgo CP-190 são produzidas 100% no Brasil pela Belgo Arames, único fabricante certificado pela ABNT e PTI (Post Tensioning Institute) no país.
Segundo Rocha, as certificações asseguram rigorosos padrões de produção, rastreabilidade, frequência de ensaios e controle de qualidade dos materiais, aspectos especialmente relevantes em empreendimentos de grande porte e alta complexidade técnica.
"Participar de uma obra dessa magnitude reforça a capacidade da indústria brasileira de desenvolver soluções alinhadas aos mais elevados requisitos técnicos do setor", arremata.
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