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Senna Tower já consumiu concreto e aço equivalentes a dois prédios de 50 andares

Maior fundação já executada pela FG Empreendimentos e uma das maiores do mundo combina soluções inéditas, monitoramento em tempo real e uma operação de alta complexidade logística

Assessoria de Imprensa

23/07/2026 00h01


A fundação do Senna Tower, residencial mais alto do mundo em construção em Balneário Camboriú (SC), concluí o processo de estaqueamento após uma operação que reuniu números históricos de engenharia e inovação no Brasil.

Desenvolvido pela FG Empreendimentos em parceria com a Marca Senna e a Havan, o empreendimento recebeu ao longo da operação 798 estacas de até 40 metros de profundidade, somando cerca de 30 quilômetros de estrutura fixada na rocha.

A etapa de estaqueamento da fundação utilizou o sistema inédito de Auger Cast desenvolvido pela FG Empreendimentos, com monitora

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A fundação do Senna Tower, residencial mais alto do mundo em construção em Balneário Camboriú (SC), concluí o processo de estaqueamento após uma operação que reuniu números históricos de engenharia e inovação no Brasil.

Desenvolvido pela FG Empreendimentos em parceria com a Marca Senna e a Havan, o empreendimento recebeu ao longo da operação 798 estacas de até 40 metros de profundidade, somando cerca de 30 quilômetros de estrutura fixada na rocha.

A etapa de estaqueamento da fundação utilizou o sistema inédito de Auger Cast desenvolvido pela FG Empreendimentos, com monitoramento integral durante a execução, garantindo precisão técnica, desempenho estrutural e redução de impactos como ruídos e vibrações no entorno da obra.

Além da complexidade técnica, a fundação do Senna Tower se destaca pela eficiência construtiva da operação.

Com tecnologias elaboradas ao longo dos anos pelo Grupo FG, equipamentos de alta performance e soluções inéditas para a execução das estacas, a empresa reduziu o prazo previsto para a fundação de 120 para 70 dias úteis.

Entre os destaques está a perfuratriz italiana MAIT CFA 34-36, equipada com a maior hélice contínua já utilizada no Brasil.

O resultado foi uma redução de 58% no cronograma da etapa, mantendo rigorosos padrões de qualidade, segurança e precisão técnica.

Os números da fundação ajudam a dimensionar a complexidade da engenharia aplicada ao empreendimento.

A etapa consumiu mais de 12 mil m³ de concreto – volume equivalente a cerca de 1.500 caminhões-betoneira – e aproximadamente 1,8 mil toneladas de aço. Somados, os materiais utilizados são suficientes para erguer dois edifícios de 50 andares.

Logística e controle térmico - Para garantir o desempenho estrutural e a durabilidade do bloco central de fundação, que tem 1.660 m² de área, a concretagem exige um controle rigoroso de temperatura.

Durante a aplicação, o concreto opera com média de 24°C, respeitando o limite máximo de 27°C. Para manter essa estabilidade térmica, a operação utilizou mais de 1.600 toneladas de gelo na mistura. Só o bloco central recebeu cerca de 7.740 m³ de concreto, movimentando também 15.600 m³ de terra na escavação.

Apenas a primeira fase de fundação mobilizou mais de 300 profissionais, com até oito grandes máquinas atuando de forma simultânea.

Um dos grandes marcos da engenharia do projeto foi registrado no dia 28 de janeiro deste ano, quando a equipe bateu o recorde de 12 estacas executadas em um único dia.

"Construir um empreendimento dessa magnitude significa mobilizar uma operação em uma escala raramente vista na engenharia mundial. Mais do que sustentar a torre, essa fundação representa a base de um projeto concebido para colocar a engenharia e o mercado imobiliário brasileiros entre as maiores referências do mundo. Cada decisão é resultado de estudos, integração entre diferentes especialidades e um rigoroso controle de execução", afirma Gustavo Simas, diretor de Produção da FG Empreendimentos.

"Uma fundação dessa magnitude não é apenas um desafio construtivo. Ela exige anos de pesquisa, modelagens, ensaios, validações e integração entre diversas disciplinas da engenharia. Estamos transformando conhecimento técnico em soluções inéditas para o Brasil e estabelecendo um novo patamar de precisão, segurança e desempenho para empreendimentos dessa escala", destaca Stéphane Domeneghini, diretora executiva da Talls Solutions e engenheira responsável pelo projeto.

Com investimento estimado em mais R$ 3 bilhões e VGV de R$ 8,5 bilhões, o Senna Tower contará com 228 unidades residenciais distribuídas entre mansões suspensas, apartamentos de até 400 m², coberturas duplex e megacoberturas triplex – as maiores chegando a 903 m² e avaliadas em mais de R$ 400 milhões.

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