Assessoria de Imprensa
06/11/2026 07h00
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa Selic em 13,75% ao ano reforça o cenário de cautela para o mercado imobiliário.
A permanência dos juros em patamar elevado, em meio às preocupações com a política fiscal e a desancoragem das expectativas de inflação, mantém a pressão sobre as condições de crédito. Esse contexto se soma ao movimento recente de bancos privados, que elevaram as taxas de financiamento imobiliário, tornando o acesso ao crédito mais caro para parte dos compradores.
Para Ramiro Delgado, CEO do Trade Imobiliário, esse movimento
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A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa Selic em 13,75% ao ano reforça o cenário de cautela para o mercado imobiliário.
A permanência dos juros em patamar elevado, em meio às preocupações com a política fiscal e a desancoragem das expectativas de inflação, mantém a pressão sobre as condições de crédito. Esse contexto se soma ao movimento recente de bancos privados, que elevaram as taxas de financiamento imobiliário, tornando o acesso ao crédito mais caro para parte dos compradores.
Para Ramiro Delgado, CEO do Trade Imobiliário, esse movimento mostra que o mercado imobiliário não depende apenas das decisões do Banco Central, mas também das expectativas dos agentes financeiros e das condições de funding das instituições.
“O aumento das taxas de financiamento pelos bancos privados é um sinal importante de que o crédito imobiliário continua sensível ao cenário macroeconômico. Além da taxa de juros, as instituições financeiras consideram fatores como o custo de captação, o risco fiscal e as perspectivas para a inflação. Isso afeta diretamente o poder de compra das famílias e a capacidade de financiamento dos consumidores”, avalia.
Na visão do executivo, o momento exige planejamento e análise criteriosa tanto de quem pretende adquirir um imóvel quanto de quem busca oportunidades de investimento.
“O imóvel continua sendo uma alternativa relevante de construção e proteção patrimonial, mas as decisões precisam considerar o custo efetivo do financiamento, a capacidade de pagamento e o potencial de valorização do ativo. Em um ambiente de juros mais elevados, comprar bem, negociar e avaliar a rentabilidade se tornam ainda mais importantes”, afirma Delgado.
04 de novembro 2026
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