Assessoria de Imprensa
23/07/2026 00h01
A publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 1.161/2026, que regulamenta os Sistemas de Armazenamento de Energia (SAEs), e a inclusão das baterias entre os itens financiáveis pelo novo Plano Safra inauguram uma nova etapa para o mercado brasileiro de armazenamento de energia.
Diante desse cenário, a TTS Energia projeta ampliar sua carteira de projetos junto aos setores corporativo e do agronegócio, impulsionada pela combinação entre segurança regulatória e novas linhas de financiamento voltadas à tecnologia.
A nova regulamentação da Aneel reduz uma das principais barreiras para a expansão do armazename
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A publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 1.161/2026, que regulamenta os Sistemas de Armazenamento de Energia (SAEs), e a inclusão das baterias entre os itens financiáveis pelo novo Plano Safra inauguram uma nova etapa para o mercado brasileiro de armazenamento de energia.
Diante desse cenário, a TTS Energia projeta ampliar sua carteira de projetos junto aos setores corporativo e do agronegócio, impulsionada pela combinação entre segurança regulatória e novas linhas de financiamento voltadas à tecnologia.
A nova regulamentação da Aneel reduz uma das principais barreiras para a expansão do armazenamento de energia no país ao estabelecer regras para a conexão, operação e inserção dos sistemas de baterias no setor elétrico brasileiro, trazendo maior previsibilidade para investidores e consumidores.
Em paralelo, o Plano Safra amplia o acesso à tecnologia ao permitir que produtores rurais financiem sistemas de armazenamento por meio das linhas oficiais de crédito rural, fortalecendo a busca por maior eficiência energética, autonomia operacional e redução de custos no campo.
Para Jaques Hulshof, CEO da TTS Energia, a convergência desses dois movimentos inaugura um ciclo de amadurecimento do mercado brasileiro de baterias e cria condições para acelerar investimentos em soluções de armazenamento.
“Projetamos ampliar nossa atuação junto a indústrias, empresas, centros logísticos, supermercados e propriedades rurais que buscam maior segurança no fornecimento de energia, redução de despesas com eletricidade e melhor aproveitamento da geração solar”, afirma.
Nos últimos anos, a empresa vem desenvolvendo projetos de engenharia com soluções de baterias para aplicações como redução de demanda contratada, deslocamento do consumo para horários de menor tarifa (peak shaving e load shifting), melhoria da qualidade da energia, aumento da confiabilidade operacional e integração com sistemas de geração solar.
Com a regulamentação do armazenamento, a empresa prevê um crescimento significativo da demanda por projetos voltados principalmente a consumidores que enfrentam elevados custos com energia elétrica ou que necessitam de maior segurança no fornecimento para manter suas operações.
No agronegócio, Hulshof avalia que a inclusão das baterias entre os itens financiáveis pelo Plano Safra deve acelerar a modernização energética das propriedades rurais, especialmente aquelas que já utilizam sistemas fotovoltaicos ou operam em regiões sujeitas a oscilações no fornecimento de energia.
“O produtor rural busca cada vez mais autonomia energética e previsibilidade dos custos. As baterias deixaram de ser apenas um complemento da energia solar e passaram a ser um ativo estratégico, capaz de garantir continuidade operacional, otimizar o uso da energia gerada e aumentar a eficiência econômica da propriedade”, destaca.
Segundo o executivo, o agronegócio deverá se consolidar como um dos segmentos de maior crescimento para soluções de armazenamento nos próximos anos, impulsionado pela combinação entre geração distribuída, eletrificação das operações rurais e novas linhas de financiamento.
Já a regulamentação da Aneel representa, na visão do CEO, um marco semelhante ao vivido pela geração distribuída após a definição de seu ambiente regulatório, quando a segurança jurídica impulsionou investimentos e contribuiu para consolidar um mercado que hoje movimenta bilhões de reais.
“O armazenamento tende a desempenhar um papel cada vez mais relevante diante dos desafios do setor elétrico brasileiro, como o crescimento das fontes renováveis intermitentes, a necessidade de maior flexibilidade operacional da rede, a redução dos impactos provocados pelo curtailment e a busca dos consumidores por maior eficiência energética”, explica.
Para Hulshof, a combinação entre evolução regulatória, redução gradual dos custos das baterias e ampliação das possibilidades de financiamento cria um cenário inédito para a expansão da tecnologia no Brasil.
“A regulamentação elimina uma das principais barreiras para o crescimento do setor. Agora, o desafio será mostrar ao mercado que o armazenamento é uma tecnologia do presente, capaz de garantir competitividade, redução de custos e segurança energética para empresas e produtores rurais”, conclui.
23 de julho 2026
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