Assessoria de Imprensa
10/08/2026 10h47 | Atualizada em 10/08/2026 11h04
O Índice ABCR referente a julho de 2026 apresentou estabilidade (0,0%) na comparação dessazonalizada com junho.
O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a queda de 0,5% nos veículos pesados e 0,2% em leves.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total decaiu 1,1%, impulsionado pela baixa de 0,5% no fluxo de veículos pesados e de 0,5% do segmento de leves.
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O Índice ABCR referente a julho de 2026 apresentou estabilidade (0,0%) na comparação dessazonalizada com junho.
O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.
Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a queda de 0,5% nos veículos pesados e 0,2% em leves.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total decaiu 1,1%, impulsionado pela baixa de 0,5% no fluxo de veículos pesados e de 0,5% do segmento de leves.
Nos últimos doze meses, o índice total avançou 2,1%, fruto do aumento de 2,1% de veículos leves e 2,2% de pesados.
“Em julho, o fluxo total de veículos nas praças pedagiadas da ABCR manteve-se estável na série dessazonalizada, refletindo a combinação entre a queda no tráfego de veículos pesados e o avanço dos leves. O crescimento dos veículos leves interrompeu dois meses consecutivos de retração, impulsionado principalmente pelo período de férias escolares, que favorece os deslocamentos de lazer. Além do efeito sazonal, a demanda das famílias continua sendo sustentada pela resiliência do mercado de trabalho, pela geração de empregos e pela expansão da renda, fatores que estimulam a mobilidade. Entretanto, o cenário de juros elevados, crédito restrito e alto endividamento das famílias ainda limita uma expansão mais robusta do fluxo de veículos”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.
“O fluxo de veículos pesados caiu na margem, revertendo a alta observada em junho. Apesar disso, o segmento segue sustentado pela demanda logística e pelo escoamento de bens industriais e agropecuários, ainda que sujeito a oscilações mensais relacionadas ao ritmo da atividade e à movimentação de cargas. Do ponto de vista econômico, custos operacionais elevados, condições de crédito restritivas e incertezas associadas ao preço dos combustíveis continuam como limitadores relevantes, com potencial de afetar fretes, margens e decisões de transporte ao longo dos próximos meses”, pontuam.
Estados - No Rio de Janeiro, o fluxo total apresentou queda de 0,7% comparado a junho na série dessazonalizada. O resultado decorreu da retração de 4,9% em pesados e da alta de 0,2% em leves.
Na comparação com julho de 2025, o índice total registrou queda de 1,2%, resultado das retrações de 1,4% nos veículos leves e 7,8% nos veículos pesados.
Nos últimos 12 meses, o índice total cresceu 1,8%. O fluxo pedagiado de veículos leves acumulou alta de 1,8% e o fluxo de pesados, de 2,2%.
Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos caiu 0,7% em julho, na série dessazonalizada. Nesse mesmo critério, os leves apresentaram queda de 0,6% e pesados 1,3%.
Em relação ao mesmo período de 2025, o índice total registrou queda de 1,1%. O fluxo pedagiado de veículos leves retraiu 0,9% e de pesados 0,6%.
No acumulado em 12 meses, o índice total registrou avanço de 1,7%, refletindo altas de 1,7% no fluxo de veículos leves e de 1,8% no de pesados.
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