Assessoria de Imprensa
17/09/2026 00h01
Obras que utilizam registros digitais estruturados para acompanhar a execução apresentam redução de 22% no retrabalho e economia de R$ 18 mil por mês em deslocamentos.
Os dados fazem parte de um levantamento da Construct IN, construtech especializada em captura da realidade e documentação visual de obras, a partir de projetos que utilizam tecnologias como câmeras 360º, drones e laser scanning.
De acordo coma empresa, os números apontam para uma mudança que vai além da digitalização dos registros.
A Construct IN chama esse modelo de gestão baseada em evidências, cuja lógica combina o relato das eq
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Obras que utilizam registros digitais estruturados para acompanhar a execução apresentam redução de 22% no retrabalho e economia de R$ 18 mil por mês em deslocamentos.
Os dados fazem parte de um levantamento da Construct IN, construtech especializada em captura da realidade e documentação visual de obras, a partir de projetos que utilizam tecnologias como câmeras 360º, drones e laser scanning.
De acordo coma empresa, os números apontam para uma mudança que vai além da digitalização dos registros.
A Construct IN chama esse modelo de gestão baseada em evidências, cuja lógica combina o relato das equipes, as referências do projeto e a evidência do que efetivamente aconteceu no canteiro, reduzindo a dependência da memória, da interpretação individual e da presença física para acompanhar a execução.
Ao criar um histórico visual contínuo da execução, diz a empresa, as construtoras conseguem reduzir o intervalo entre o surgimento de um problema e a chegada dessa informação aos responsáveis pela tomada de decisão.
Como se sabe, trata-se de um período em que uma inconsistência pode avançar para outras etapas e resultar em retrabalho, custos adicionais ou aditivos.
“Um problema identificado no momento que acontece tem um impacto muito diferente daquele descoberto semanas depois”, afirma Tales Silva, CEO da Construct IN.
A construção sempre vai lidar com ajustes e imprevistos, ele acredita, mas observa que é possível reduzir o tempo entre o que acontece no canteiro e a tomada de decisão.
“Quanto mais cedo a gestão enxerga uma situação, maior é a capacidade de agir antes que tenha impacto sobre outras etapas da obra”, aponta.
A companhia já aplicou sua tecnologia em mais de 10 mil projetos, mantém mais de 2,5 mil obras em andamento e reúne um acervo superior a 9 milhões de imagens documentadas.
Os registros são feitos por diferentes tecnologias, de acordo com as características de cada projeto, e associados a informações como local, data e horário para formar uma linha do tempo visual da execução.
“Foto de obra sempre existiu. O problema é que milhares de imagens espalhadas em celulares, pastas ou grupos de mensagem não necessariamente ajudam alguém a tomar uma decisão”, prossegue Silva.
“Quando existem evidências, contexto e rastreabilidade, é possível voltar a um ponto específico da obra, entender o que aconteceu e comparar aquela informação com o que estava previsto”, explica.
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