Assessoria de Imprensa
04/03/2026 16h08 | Atualizada em 04/03/2026 16h08
A Amanco Wavin, empresa de soluções integradas de saneamento e uma das maiores fabricantes de tubos e conexões, implementou uma revisão de processos na maneira de armazenar produtos a serem entregues que proporcionou a redução das emissões de CO₂ geradas pelos veículos.
Ao ampliar a prática de embutir tubos de menor diâmetro em outros maiores para otimizar o espaço nos veículos, a companhia alcançou números bastante positivos: foram 8.844 caminhões circulando durante o ano de 2025, que registraram a emissão de 7,2 mil toneladas de CO₂.
“A otimização no armazenamento para as entregas repres
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A Amanco Wavin, empresa de soluções integradas de saneamento e uma das maiores fabricantes de tubos e conexões, implementou uma revisão de processos na maneira de armazenar produtos a serem entregues que proporcionou a redução das emissões de CO₂ geradas pelos veículos.
Ao ampliar a prática de embutir tubos de menor diâmetro em outros maiores para otimizar o espaço nos veículos, a companhia alcançou números bastante positivos: foram 8.844 caminhões circulando durante o ano de 2025, que registraram a emissão de 7,2 mil toneladas de CO₂.
“A otimização no armazenamento para as entregas representa um marco importante para nossa operação pois nos permite contribuir de maneira significativa para uma meta crucial para a companhia. Esse avanço conecta diretamente nossa operação ao propósito da empresa e reforça nosso compromisso com práticas cada vez mais sustentáveis. Mais do que eficiência logística, estamos falando de responsabilidade ambiental e de como cada melhoria contribui para oferecer soluções que respeitam o meio ambiente e a comunidade onde atuamos” destaca Otavio Mendonça, gerente de Logística da Amanco Wavin.
Caso a medida não tivesse sido adotada, teriam sido necessários 9.651 caminhões, resultando em aproximadamente 9,3 mil toneladas de CO₂ emitidas. As 807 viagens evitadas representaram uma economia de 23% nas emissões de gases de efeito estufa – o equivalente à compensação proveniente de quase 5 mil árvores –, um resultado expressivo alcançado por meio de eficiência logística e gestão responsável.
“Revisitar processos internos e buscar alternativas, pensando em adotar medidas mais sustentáveis para o meio ambiente, faz parte da nossa rotina. No nosso dia a dia, estamos preocupados não só em como as operações podem impactar os resultados, mas também como refletem na qualidade de vida das comunidades e na preservação dos recursos naturais”, complementa Mendonça.
Até 2030, a Amanco Wavin tem a meta de reduzir 50% das emissões de dióxido de carbono, por meio de diferentes ações, incluindo revisões nos processos logísticos e também aderindo a programas de reflorestamento.
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