Sustentabilidade
Agência Estado
07/05/2012 08h28 | Atualizada em 07/05/2012 11h53
Cerca de 50 funcionários que trabalhavam no final da noite desta sexta-feira num dos setores do Porto de Salvador foram obrigados a abandonar aquela área em razão do vazamento de ácido tricloroisocianúrico, comercialmente encontrado como "cloro estabilizado", que estava em um dos vários contêineres com o mesmo produto. Os contêineres estão no porto desde 2010.
Uma densa cortina de fumaça idêntica a de um incêndio formou-se no local. Nenhum dos funcionários ficou ferido pelo vazamento. Também não houve danos ambientais. Se for inalado diretamente, esse ácido pode causar irritações e problemas respiratórios. O produto não é inflamável, mas pode gera fogor em contato com
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Cerca de 50 funcionários que trabalhavam no final da noite desta sexta-feira num dos setores do Porto de Salvador foram obrigados a abandonar aquela área em razão do vazamento de ácido tricloroisocianúrico, comercialmente encontrado como "cloro estabilizado", que estava em um dos vários contêineres com o mesmo produto. Os contêineres estão no porto desde 2010.
Uma densa cortina de fumaça idêntica a de um incêndio formou-se no local. Nenhum dos funcionários ficou ferido pelo vazamento. Também não houve danos ambientais. Se for inalado diretamente, esse ácido pode causar irritações e problemas respiratórios. O produto não é inflamável, mas pode gera fogor em contato com combustíveis comuns. Defesa Civil, bombeiros e Polícia Civil estiveram no local.
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