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Vale vê desaceleração da economia chinesa nos próximos anos

A Vale prevê desaceleração na economia chinesa para os próximos anos, afirmou, hoje, Roberto Castello Branco, diretor de relações com investidores (RI) da empresa, durante evento no Rio de Janeiro.

Valor

15/08/2012 08h15 | Atualizada em 15/08/2012 17h29


“Não sou pessimista, sou mais realista. A China, segunda maior economia do mundo, crescer 7% ou 8% vai ser muito bom. Mas não deve chegar a 10%”, disse Castello Branco.

Segundo ele, a China demonstra ter se tornado uma economia madura. “Pode até eventualmente, em um ano de recuperação, chegar a isso 10% de crescimento, mas a tendência é mais baixa”, completou.

Para ele, a Vale está preparada para lidar com esse novo cenário. “Ser realista na vida é sempre bom, pois ao ser super-otimista você se arrisca a perder”, afirmou.  “A economia mundial só tinha vento de polpa, criamos as bases de uma companhia global e, agora, temos que nos adaptar aos novos tempos”, sa

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“Não sou pessimista, sou mais realista. A China, segunda maior economia do mundo, crescer 7% ou 8% vai ser muito bom. Mas não deve chegar a 10%”, disse Castello Branco.

Segundo ele, a China demonstra ter se tornado uma economia madura. “Pode até eventualmente, em um ano de recuperação, chegar a isso 10% de crescimento, mas a tendência é mais baixa”, completou.

Para ele, a Vale está preparada para lidar com esse novo cenário. “Ser realista na vida é sempre bom, pois ao ser super-otimista você se arrisca a perder”, afirmou.  “A economia mundial só tinha vento de polpa, criamos as bases de uma companhia global e, agora, temos que nos adaptar aos novos tempos”, salientou.

Investimento em minério de ferro

A Vale tem perdido fatia de mercado para empresas australianas, mas aumentará seus investimentos para continuar na liderança em minério de ferro no mundo, afirmou o executivo.

“Nós brasileiros perdemos market share para os australianos. Mas com os novos projetos a Vale manterá a liderança em seu mercado”, afirmou Castello Branco.

Ele lembrou que em junho a empresa obteve licença ambiental para o projeto de mina em Serra Sul de Carajás, no Pará. “É um projeto que terá capacidade de 9 milhões de toneladas por ano em 2016, envolvendo não apenas minas e processamento, mas investimentos em infraestrutura na região amazônica”, lembrou.

 

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