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28/05/2012 11h23 | Atualizada em 28/05/2012 14h43
O “João Cândido”, nome do primeiro navio construído no Nordeste para o Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), começou a operar na última sexta-feira, 25. Entregue pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o petroleiro teve como a sua primeira operação o transporte de petróleo produzido na Bacia de Campos para o Terminal Almirante Barroso (Tebar), em São Sebastião (SP).
"A indústria naval está saindo da fase de inércia. Agora vamos cumprir o terceiro pilar desse programa, porque os dois primeiros nós já cumprimos: fabricar navio no Brasil e atingir 65% de nacionalização. Temos que estar juntos para garantir produtividade, sustentabilidade e para
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O “João Cândido”, nome do primeiro navio construído no Nordeste para o Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), começou a operar na última sexta-feira, 25. Entregue pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o petroleiro teve como a sua primeira operação o transporte de petróleo produzido na Bacia de Campos para o Terminal Almirante Barroso (Tebar), em São Sebastião (SP).
"A indústria naval está saindo da fase de inércia. Agora vamos cumprir o terceiro pilar desse programa, porque os dois primeiros nós já cumprimos: fabricar navio no Brasil e atingir 65% de nacionalização. Temos que estar juntos para garantir produtividade, sustentabilidade e para colocar a indústria naval brasileira no cenário mundial", disse Sergio Machado, presidente da Transpetro.
O navio, produzido no novo polo naval de Pernambuco, tem 274 metros de comprimento e capacidade para transportar 1 milhão de barris de petróleo (quase a metade da produção diária brasileira). A embarcação atingiu um índice de conteúdo nacional de 70%, maior do que os 65% estipulados na primeira fase do Promef.
O “João Cândido” é o segundo navio do Promef a entrar em operação. O primeiro foi o “Celso Furtado”, entregue à companhia em novembro do ano passado pelo Estaleiro Mauá, no Rio de Janeiro. Com investimentos de R$ 10,8 bilhões, o programa já encomendou 49 embarcações.
“A experiência desses primeiros anos mostrou que é necessário um choque de produtividade para que possamos chegar mais rapidamente aos níveis esperados de modernidade e competitividade. Só assim a nova indústria naval brasileira será sustentável", afirma Machado.
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