Radar

P U B L I C I D A D E

ABRIR
FECHAR
Energia
Voltar

Energia

Setor eólico segue aquecido para aquisições

Executivo da Abeeólica, porém, espera alta em preços para leilão devido à desvalorização do real

Jornal da Energia

21/06/2012 11h03


O vice-presidente de relações internacionais da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Lauro Fiúza, avalia que o setor está bastante aquecido, com investidores em busca de negócios e aquisições. A própria empresa de Fiúza, a Servtec, acaba de concluir a venda de parques à CPFL por R$1 bilhão.

"(O mercado) continua muito, muito aquecido. Tem muitas empresas estrangeiras querendo vir para o Brasil. Estive em Copenhage e em Atlanta na semana passada e tenho visto interesse muito grande de empresas em conhecer o Brasil, saber do País. O Brasil está entre os quatro maiores desenvolvedores eólicos do mundo hoje, então obviamente estamos no foco" avalia o executivo.

Para o dirigente da Abeeólica, há tanto players i

...

O vice-presidente de relações internacionais da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Lauro Fiúza, avalia que o setor está bastante aquecido, com investidores em busca de negócios e aquisições. A própria empresa de Fiúza, a Servtec, acaba de concluir a venda de parques à CPFL por R$1 bilhão.

"(O mercado) continua muito, muito aquecido. Tem muitas empresas estrangeiras querendo vir para o Brasil. Estive em Copenhage e em Atlanta na semana passada e tenho visto interesse muito grande de empresas em conhecer o Brasil, saber do País. O Brasil está entre os quatro maiores desenvolvedores eólicos do mundo hoje, então obviamente estamos no foco" avalia o executivo.

Para o dirigente da Abeeólica, há tanto players interessados em desenvolver projetos a parir do zero no País - os empreendimentos greenfield - como em comprar parques disponíveis para avançar em um primeiro momento.

O desempenho da fonte nos últimos leilões, em que as usinas a vento praticaram tarifas muito competitivas, na casa dos R$100 por MWh, também anima a expansão do setor. Mas, para Fiúza, deve haver um aumento nos preços para os próximos certames.

"Vejo uma subida suave, por várias razões. Tem havido um impacto forte agora com a alta do dólar, porque dependemos muito de importação, também", avalia. O especialista aponta ainda que algumas companhias que chegaram com lances agressivos para entrar no mercado "já estão satisfeitas" e devem buscar aumentar as margens.

 

P U B L I C I D A D E

ABRIR
FECHAR

Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP

Telefone (11) 3662-4159

© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade