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Seminário traduz a força do setor de fundações e geotecnia

O evento foi organizado pela Aqua Consultoria e ABEF Associação Brasileira de Empresas de Engenharia de Fundações.

Assessoria de Imprensa

21/06/2012 15h35 | Atualizada em 22/06/2012 16h56


Cerca de cinco mil pessoas entre visitantes, engenheiros, técnicos e pesquisadores da indústria de fundações e geotecnia participaram do 7º Seminário de Engenharia de Fundações Especiais e Geotecnia , que aconteceu no Transamérica Expo, em São Paulo (SP) de 17 a 20 de junho de 2012, Local: São Paulo – SP.  O evento contou com Feira da Indústria de Fundações e Geotecnia, realizada pela primeira vez.

O setor de fundações e geotecnia é responsável por 4% do PIB da construção civil, segundo dados da  entidade,  com faturamento médio das empresas e fabricantes em torno de R$ 350 milhões. O evento contou com a participação de especialistas técnicos enviados pelo DFI  Deep Foundations Institute, que reúne o setor de fundações nos Estado

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Cerca de cinco mil pessoas entre visitantes, engenheiros, técnicos e pesquisadores da indústria de fundações e geotecnia participaram do 7º Seminário de Engenharia de Fundações Especiais e Geotecnia , que aconteceu no Transamérica Expo, em São Paulo (SP) de 17 a 20 de junho de 2012, Local: São Paulo – SP.  O evento contou com Feira da Indústria de Fundações e Geotecnia, realizada pela primeira vez.

O setor de fundações e geotecnia é responsável por 4% do PIB da construção civil, segundo dados da  entidade,  com faturamento médio das empresas e fabricantes em torno de R$ 350 milhões. O evento contou com a participação de especialistas técnicos enviados pelo DFI  Deep Foundations Institute, que reúne o setor de fundações nos Estados Unidos.

Para  Clovis Salioni, presidente da Abef, o setor de fundações finalmente mostra sua força e importância no segmento de engenharia e o evento consolidou essa tendência, mostrando o estado da arte em termos de tecnologia do setor. A seu ver o mercado está bastante aquecido e as empresas estão atendendo à demanda. No entanto, ele lembra que os obstáculos para maior desenvolvimento estão nos “altos e baixos” dos investimentos públicos, associados à burocracia e falta de planejamento.  “Ainda falta conseguir um nível adequado de regulamentação, legislação e regularidade dos investimentos”, destaca.

Para Oswaldo Cesar Jacob, da Brasfond, o nível de atividades está alto, mas a empresa já tinha se preparado em termos de equipamentos e profissionais.  Segundo ele, o principal mercado demandante atualmente é o Rio de Janeiro, com as obras na área de transporte visando os Jogos Olímpicos.  A empresa contratou mais de 100 pessoas no último ano e hoje tem um grupo formado por 700 funcionários. Ela investiu na compra de quatro hidrofresas e está adquirindo mais dois equipamentos.  “É um equipamento mais de maior preço mas que oferece um grande ganho de produtividade. Um dos equipamentos adquiridos está em operação nas obras da região portuária do Rio de Janeiro.

 

 

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