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Segunda perfuração em Franco estará concluída até o fim do ano

Valor

11/10/2011 15h03 | Atualizada em 11/10/2011 18h04


A Petrobras estima concluir a segunda perfuração em Franco até o fim do ano. A avaliação é da subgerente de superfície dos projetos do pré-sal da Petrobras, Anelise Quintão Lara. A área, situada na bacia de Santos, foi destinada à companhia dentro do processo de cessão onerosa, realizado no ano passado. O volume estimado de óleo recuperável na área de Franco é de 3,5 bilhões de barris de óleo equivalente (BOE). Segundo Anelise, está previsto o início de mais duas perfurações na região da cessão onerosa no ano que vem, nas áreas de Florim e Lula Nordeste.

“Há mais ou menos dois meses começamos a furar o segundo poço de Franco”, afirmou Anelise. De acordo com ela, cerca de cinco meses para a realização do poço não é um tempo muito

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A Petrobras estima concluir a segunda perfuração em Franco até o fim do ano. A avaliação é da subgerente de superfície dos projetos do pré-sal da Petrobras, Anelise Quintão Lara. A área, situada na bacia de Santos, foi destinada à companhia dentro do processo de cessão onerosa, realizado no ano passado. O volume estimado de óleo recuperável na área de Franco é de 3,5 bilhões de barris de óleo equivalente (BOE). Segundo Anelise, está previsto o início de mais duas perfurações na região da cessão onerosa no ano que vem, nas áreas de Florim e Lula Nordeste.

“Há mais ou menos dois meses começamos a furar o segundo poço de Franco”, afirmou Anelise. De acordo com ela, cerca de cinco meses para a realização do poço não é um tempo muito grande, porque a complexidade da região exige cuidados e tudo está sendo feito dentro do cronograma.

Anelise afirmou que existe ainda a previsão de a Petrobras fazer um teste de longa duração (TLD) no primeiro poço de Franco, “provavelmente em 2013”. Este primeiro poço foi perfurado em parceria com a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

A princípio está prevista a perfuração de um poço para cada uma das seis áreas da cessão onerosa pela Petrobras, afirmou Anelise. Além disso, há ainda a área de Peroba, que será procurada caso a Petrobras não consiga encontrar um volume de 5 bilhões de BOE na região, conforme acertado com o governo. A estatal tem até 2014 para estudar as áreas e levantar os volumes de cada região.

O custo de uma perfuração para a Petrobras é de cerca de US$ 70 milhões, afirmou Anelise. “Esse número é multiplicado por dois quando consideramos também a ‘completação’ do poço, deixando-o pronto para a exploração”, declarou Anelise.

Segundo ela, houve uma grande redução destes custos, quando comparados com a primeira perfuração do pré-sal, no bloco BMS-10, de Paraty, de quase US$ 200 milhões. “Hoje, na cessão onerosa, você não vai mais fazer como em Paraty. Já são poços onde você tem uma certeza maior de onde encontrar o reservatório”, completou Anelise, que participou de palestra organizada pela Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB), no Rio de Janeiro.

 

 

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