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Saiba mais sobre a privatização dos aeroportos

Cumbica, Viracopos e Brasília foram arrematados por R$ 24,5 bilhões

Webtranspo

01/06/2012 13h20


Um dos maiores debates sobre o setor de transportes era a privatização dos aeroportos nacionais. Apesar da relutância de muitos, três dos principais terminais brasileiros foram privatizados: Cumbica, Viracopos e Brasília. Saiba quem os arrematou e o que deve mudar nestes aeródromos nos próximos anos.

O Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, é o maior do País e foi arrematado pelo Consórcio Invepar, formado pelas empresas Invepar, OAS e fundos de pensão. Para melhorar o atendimento, no local, o novo administrador informou que irá elaborar um Plano de Transição Operacional, no qual está previsto melhorias nos serviços operacionais.

Tendo em vista a Copa d

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Um dos maiores debates sobre o setor de transportes era a privatização dos aeroportos nacionais. Apesar da relutância de muitos, três dos principais terminais brasileiros foram privatizados: Cumbica, Viracopos e Brasília. Saiba quem os arrematou e o que deve mudar nestes aeródromos nos próximos anos.

O Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, é o maior do País e foi arrematado pelo Consórcio Invepar, formado pelas empresas Invepar, OAS e fundos de pensão. Para melhorar o atendimento, no local, o novo administrador informou que irá elaborar um Plano de Transição Operacional, no qual está previsto melhorias nos serviços operacionais.

Tendo em vista a Copa do Mundo, o aeroporto, que é a principal porta de entrada do Brasil, passará por obras para a construção de um novo terminal de passageiros com capacidade adicional para atender 12 milhões de pessoas e com 22 pontes de embarque. Além disso, Guarulhos ganhará mais vagas de estacionamento, passando a ter dez mil.

O Consórcio prevê aumento de 30 a 40% da infraestrutura para atender satisfatoriamente o crescimento da demanda, que será ocasionada pela Copa do Mundo e Olimpíadas. A concessão de Cumbica é de 20 anos.

Já o de Viracopos, visto como uma alternativa para desafogar o de Guarulhos, agora será administrado pelo consórcio Aeroportos Brasil, formado pelas empresas UTC, Triunfo e Egis Airport. Os trabalhos no aeródromo campineiro estão focados na estruturação do programa de obras, que conta com assessoria externa da empresa holandesa Naco e da operadora do Aeroporto de Munique.

Por fim, o Aeroporto de Brasília foi arrematado pelo consórcio Inframerica Aeroportos, composto pelas empresas Infravix Participações SA e pela argentina Corporación América SA.

Com o leilão destes aeroportos, o Governo arrecadou R$ 24,5 bilhões. Sendo que a concessão de Guarulhos foi arrematada por R$ 16,213 bilhões (com ágio de 373,51%); o valor de Viracopos foi de R$ 3,821 bilhões (com ágio de 159,75%) e o de Brasília foi concedido por R$ 4,501 bilhões (com ágio de 673,39%).

 

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