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Rússia corta fornecimento de gás à Europa

O primeiro-ministro russo, Wladimir Putin, determinou que sejam respeitados os acordos de fornecimento de gás aos países que não fazem parte da antiga União Soviética somente depois que as necessidades da Rússia, que também enfrenta inverno rigoroso, seja atendida.

DCI

06/02/2012 14h15


Ao mesmo tempo, Itália, Grécia, Áustria, Polônia, Hungria e Romênia já estão enfrentando deficiência no abastecimento de gás natural, segundo a Comissão Europeia. "Tem havido uma diminuição das entregas de gás", afirmou um porta-voz do comissário europeu para Energia, Günther Oettinger. "A Rússia precisa de gás para o próprio país; eles estão vivendo um inverno extremamente frio", acrescentou.

O gigante de gás russo, Gazprom, não pode garantir o fornecimento da demanda adicional de gás na Europa ocidental, por causa da onda de frio, declarou odiretor-adjunto da empresa, Alexandre Krouglov, citado por agências russas de notícias. "A Gazprom não pode, por enquanto, fornecer os volumes adicionais que os nossos parceiros europeu

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Ao mesmo tempo, Itália, Grécia, Áustria, Polônia, Hungria e Romênia já estão enfrentando deficiência no abastecimento de gás natural, segundo a Comissão Europeia. "Tem havido uma diminuição das entregas de gás", afirmou um porta-voz do comissário europeu para Energia, Günther Oettinger. "A Rússia precisa de gás para o próprio país; eles estão vivendo um inverno extremamente frio", acrescentou.

O gigante de gás russo, Gazprom, não pode garantir o fornecimento da demanda adicional de gás na Europa ocidental, por causa da onda de frio, declarou odiretor-adjunto da empresa, Alexandre Krouglov, citado por agências russas de notícias. "A Gazprom não pode, por enquanto, fornecer os volumes adicionais que os nossos parceiros europeus nos demandam", disse durante reunião com o premiê Vladimir Putin.

Krouglov assegurou que a entrega das quantidades previstas nos contratos serão respeitas. "No que concerne às encomendas dos países distantes [que não pertencem à ex-URSS], serão respeitadas conforme os contratos atuais", acrescentou. Por sua vez, Vladimir Putin ordenou que a Gazprom responda às demandas europeias uma vez que as necessidades internas russas sejam supridas.

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