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Diário do Vale
04/05/2012 11h46 | Atualizada em 04/05/2012 14h47
A iniciativa se dá por conta do aumento das exportações de minério de ferro nos últimos anos e a previsão de um salto na produção de petróleo do pré-sal que turbinam os investimentos em infraestrutura portuária.- O Rio se prepara devidamente, seja com investimentos públicos ou privados, para atender esta revolução desenvolvimentista pela qual o estado está passando e que será sentida não somente nas áreas de petróleo e siderúrgica, mas também nas indústrias automobilística e de transformação - afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno.
Um destes projetos é a construção de um terminal no terreno que pertence à Companhia Docas do Rio de Janeiro, que ainda aguarda a aprovação de ór
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A iniciativa se dá por conta do aumento das exportações de minério de ferro nos últimos anos e a previsão de um salto na produção de petróleo do pré-sal que turbinam os investimentos em infraestrutura portuária.- O Rio se prepara devidamente, seja com investimentos públicos ou privados, para atender esta revolução desenvolvimentista pela qual o estado está passando e que será sentida não somente nas áreas de petróleo e siderúrgica, mas também nas indústrias automobilística e de transformação - afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno.
Um destes projetos é a construção de um terminal no terreno que pertence à Companhia Docas do Rio de Janeiro, que ainda aguarda a aprovação de órgãos públicos. Esperada para o primeiro semestre, o grupo que ganhar a licitação deverá construir um terminal para o escoamento de até 24 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano. A Companhia acredita que será investido R$ 1,8 bilhão.Inicialmente com a capacidade de movimentar 50 milhões de toneladas de minério, o Superporto Sudeste, da MMX, deve entrar em operação no primeiro trimestre de 2013. Um túnel que atravessa aproximadamente dois quilômetros de uma montanha já está sendo perfurado.
Em um terminal na Baía de Sepetiba, em Itaguaí, a Petrobrás deve aportar R$ 8,3 bilhões. O município concentra sete dos 13 projetos portuários do Estado. O empreendimento será construído em conjunto com projetos portuários da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Gerdau. As duas siderúrgicas devem investir, respectivamente, R$ 3,7 bilhões e R$ 2 bilhões. Os valores, apontados pela Secretaria de Desenvolvimento, não são confirmados pelas empresas.
Há ainda a iniciativa do grupo DTA Engenharia, de investir R$ 5 bilhões nos Terminais Ponta Negra (TPN), que oferecerão estrutura de tancagem para parceiros da Petrobras no pré-sal, em área próximo ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
09 de janeiro 2020
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