Energia
EFE
15/05/2012 09h22 | Atualizada em 15/05/2012 12h57
A Repsol enviou uma carta à presidente da Argentina, Cristina Kirchner, na qual declara a existência de uma controvérsia na nacionalização de 51% da YPF, com o que a companhia petrolífera espanhola deu o primeiro passo para levar o caso a uma instância internacional.
A empresa petrolífera espanhola considera que a atuação do governo argentino ignora o Tratado de Promoção e Proteção de Investimentos e que esta controvérsia deve ser resolvida perante o Centro Internacional de Resolução de Disputa (Ciadi) do Banco Mundial, detalharam à Agência Efe fontes da Repsol.
A partir de agora se abre um prazo de seis meses para que as partes tentem chegar a um acordo antes
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A Repsol enviou uma carta à presidente da Argentina, Cristina Kirchner, na qual declara a existência de uma controvérsia na nacionalização de 51% da YPF, com o que a companhia petrolífera espanhola deu o primeiro passo para levar o caso a uma instância internacional.
A empresa petrolífera espanhola considera que a atuação do governo argentino ignora o Tratado de Promoção e Proteção de Investimentos e que esta controvérsia deve ser resolvida perante o Centro Internacional de Resolução de Disputa (Ciadi) do Banco Mundial, detalharam à Agência Efe fontes da Repsol.
A partir de agora se abre um prazo de seis meses para que as partes tentem chegar a um acordo antes que a Repsol apresente definitivamente um processo arbitral perante o Ciadi.
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