Mercado
O Globo
02/12/2011 10h35
A produção industrial brasileira voltou a registrar recuo. A atividade fabril apresentou queda de 0,6% na passagem entre setembro e outubro, informou nesta sexta-feira o IBGE. Trata-se da terceira queda consecutiva nesse tipo de comparação, acumulando perda de 2,6% nesse período.
As estimativas do mercado, segundo a agência de notícias Reuters, giravam em torno de queda de 1,6% até uma alta de 0,6%.
Segundo o IBGE, o menor ritmo produtivo foi generalizado e atingiu 20 das 27 atividades investigadas. Entre os setores que apresentaram as maiores quedas estão Alimentos, com queda de 5,0%, e que eliminou o crescimento de 3,1% verificado no mês anterior. Outras influências negativas vieram dos setores de edição e impressão (-6
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A produção industrial brasileira voltou a registrar recuo. A atividade fabril apresentou queda de 0,6% na passagem entre setembro e outubro, informou nesta sexta-feira o IBGE. Trata-se da terceira queda consecutiva nesse tipo de comparação, acumulando perda de 2,6% nesse período.
As estimativas do mercado, segundo a agência de notícias Reuters, giravam em torno de queda de 1,6% até uma alta de 0,6%.
Segundo o IBGE, o menor ritmo produtivo foi generalizado e atingiu 20 das 27 atividades investigadas. Entre os setores que apresentaram as maiores quedas estão Alimentos, com queda de 5,0%, e que eliminou o crescimento de 3,1% verificado no mês anterior. Outras influências negativas vieram dos setores de edição e impressão (-6,7%), máquinas e equipamentos (-3,1%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-5,0%), fumo (-12,0%) e metalurgia básica (-1,0%).
Já os principais impactos positivos vieram de veículos automotores (1,3%), que voltaram a registrar aumento na produção após recuar 12,6% em setembro, refino de petróleo e produção de álcool (1,5%), celulose e papel (2,3%) e farmacêutica (1,6%).
Entre as categorias de uso, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital (-1,8%) e bens de consumo semi e não duráveis (-1,3%) apontaram as reduções mais acentuadas.
Na comparação com outubro do ano passado, a atividade fabril apontou queda de 2,2%, acelerando o ritmo de queda frente ao mês anterior (-1,6%). Nessa base de comparação, todas as categorias de uso e 17 das 27 atividades investigadas sustentaram taxas negativas.
Com o atual desempenho, o índice no ano mostra crescimento de 0,7%. No acumulado nos últimos 12 meses, a taxa passou de 1,6% em setembro para 1,3% em outubro.
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