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Pernambuco: Sertão e Noronha vão contar com fontes de energia não poluentes

Petrolina ganhará uma Plataforma de Pesquisa e Desenvolvimento em Energia Solar, integrada por duas usinas solares e um centro de pesquisa

Blog das PPPs

29/06/2012 10h25 | Atualizada em 29/06/2012 17h51


O Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Ciência e Tecnologia, está desenvolvendo projetos para diversificar a matriz energética do município de Petrolina, Sertão do Estado, e do arquipélago de Fernando de Noronha. Petrolina ganhará uma Plataforma de Pesquisa e Desenvolvimento em Energia Solar, integrada por duas usinas solares e um centro de pesquisa.

A primeira usina já começará a ser construída no próximo mês de agosto. Será uma planta piloto de uma usina heliotérmica, geradora de energia limpa por meio da transformação térmica dos raios do sol. O convênio que garante a execução das obras no valor de R$ 27,5 milhões foi assinado entre a Secretaria de Ciênc

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O Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Ciência e Tecnologia, está desenvolvendo projetos para diversificar a matriz energética do município de Petrolina, Sertão do Estado, e do arquipélago de Fernando de Noronha. Petrolina ganhará uma Plataforma de Pesquisa e Desenvolvimento em Energia Solar, integrada por duas usinas solares e um centro de pesquisa.

A primeira usina já começará a ser construída no próximo mês de agosto. Será uma planta piloto de uma usina heliotérmica, geradora de energia limpa por meio da transformação térmica dos raios do sol. O convênio que garante a execução das obras no valor de R$ 27,5 milhões foi assinado entre a Secretaria de Ciência e Tecnologia, a Financiadora de Estudos e Projetos - Finep/MCT, Centro de Pesquisas de Energia Elétrica e Universidade Federal de Pernambuco.

A unidade inicia suas operações em dois anos. A solenidade ocorreu na reitoria da UFPE com presença do secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelino Granja, do coordenador do Projeto da Heliotérmica do Cepel, professor Eduardo Serra, do reitor Anísio Brasileiro, entre outras autoridades.

A usina heliotérmica, com capacidade para gerar um megawatt de energia, terá como objetivo o estudo e desenvolvimento de novas tecnologias e capacitação de mão de obra qualificada para trabalhar na diversificação da matriz energética do Estado e na redução dos impactos ambientais.

A sua construção prevê a instalação de um centro de pesquisa que será responsável pelo estudo das tecnologias empregadas e de novas tecnologias, a certificação de equipamentos e a formação de mão de obra. “

Pernambuco passa por um momento de expansão econômica que requer grandes investimentos em energia. Como não temos uma bacia hidrográfica grande, iremos voltar nossos estudos para geração de energia solar, eólica e por meio das ondas do mar. Vamos implantar projetos, estudar as tecnologias e capacitar quadros para elevar a competência do Estado”, disse o secretário Marcelino Granja.

A conversão heliotermelétrica funciona com vapor de água em caldeiras para movimentar um gerador. Ausina a ser implantada usará concentradores solares para aquecer fluidos e gerar eletricidade. O princípio de funcionamento é similar ao de uma termelétrica. Adiferença é que o calor que alimenta as turbinas é gerado pela luz do sol. A Plataforma de Pesquisa e Desenvolvimento em Energia Solar contará ainda com uma usina fotovoltaica.

Esse empreendimento será instalado no mesmo local, numa parceria entre o Governo do Estado, Chesf e UFPE. Na usina, que vai gerar três megawatts de energia, serão investidos R$ 45 milhões.

Placas instaladas no local vão captar a energia do sol e transformá-la em eletricidade.

Novos projetos

O Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Ciência e Tecnologia e de demais parceiros, também está desenvolvendo seis outros projetos para diversificar a matriz energética do arquipélago de Fernando de Noronha.

“A ideia é reduzir o uso da energia gerada a partir da Usina Termoelétrica Tubarão, que utiliza óleo diesel poluidor como combustível, com a utilização de energia limpa. Todos os projetos estarão concluídos até o final de 2013”, destacou o gerente geral de Política de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria de Ciência e Tecnologia, Fernando Machado.

 

 

 

 

 

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