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Agência Estado
27/04/2012 11h57 | Atualizada em 27/04/2012 14h59
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que é "perfeitamente possível" uma parceria entre o empresário Eike Batista e a Petrobras, horas antes da visita, junto com a presidente Dilma Rousseff, ao porto do Açu, em construção pelo grupo do empresário no Estado do Rio.
Segundo Lobão, o porto vai se tornar o terceiro maior porto do mundo.
"O maior empresário brasileiro e um dos maiores do mundo poderá sim se associar à Petrobras", afirmou, em evento no Rio. "Não apenas (associações) com ele (Eike), mas com empresários brasileiros ou até internacionais. Não temos nada contra o capital."
Lobão também lembrou que as refinarias do País não dão mais conta da demanda por combustíveis e que é natural um processo
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O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que é "perfeitamente possível" uma parceria entre o empresário Eike Batista e a Petrobras, horas antes da visita, junto com a presidente Dilma Rousseff, ao porto do Açu, em construção pelo grupo do empresário no Estado do Rio.
Segundo Lobão, o porto vai se tornar o terceiro maior porto do mundo.
"O maior empresário brasileiro e um dos maiores do mundo poderá sim se associar à Petrobras", afirmou, em evento no Rio. "Não apenas (associações) com ele (Eike), mas com empresários brasileiros ou até internacionais. Não temos nada contra o capital."
Lobão também lembrou que as refinarias do País não dão mais conta da demanda por combustíveis e que é natural um processo de aumento da eficiência e de capacidade. No momento, apenas uma refinaria, em Minas Gerais, está tendo a capacidade elevada.
O ministro afirmou também que o leilão A-3, que contratará energia para 2015, vai acontecer, apesar de atrasos recentes. Ele não mencionou datas, mas a última previsão era junho.
Sobre o caso da Celpa, distribuidora no Pará em dificuldades financeiras e que entrou em recuperação judicial, Lobão disse que o governo pode ajudar. Segundo ele, o governo já é de alguma forma sócio, por meio da Eletrobras e da Caixa Econômica Federal. "O Ministério de Minas e Energia está vigilante, a Aneel também, para que não falte energia elétrica no Estado do Pará", disse. "Faremos o que a legislação autorizar a fazer". Sobre a possível tomada de controle da empresa, respondeu: "Não estamos pensando nisso agora".
Os comentários foram feitos durante o lançamento, no Rio, do programa educacional "Energia que Transforma", para promover o uso eficiente de energia. O programa é uma parceria do Ministério de Minas e Energia, através da Eletrobras, e da Fundação Roberto Marinho.
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