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MPX pode disparar na bolsa com projetos na Colômbia e Chile

Divulgação de detalhes a partir de maio pode elevar o preço-alvo em 50%, diz Santander

Exame.com

20/04/2012 10h03 | Atualizada em 20/04/2012 14h07


As ações da MPX (MPXE3) podem ganhar muito em breve com a divulgação de detalhes sobre os projetos em desenvolvimento na Colômbia e no Chile, afirma o Santander em um relatório. O banco elevou o preço-alvo para os papéis de 45,95 reais para 53,20 reais para incorporar o aumento de capital da E.ON a ser concluído em maio. A recomendação é de manutenção.

A MPX irá captar 1 bilhão de reais por meio de um aumento de capital no qual a E.ON deverá investir, em última instância, aproximadamente 850 milhões de reais e alcançar uma participação de 10% na MPX. Como parte do acordo, as duas criarão uma joint venture 50/50 por meio da qual serão desenvolvidos os novos projetos de

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As ações da MPX (MPXE3) podem ganhar muito em breve com a divulgação de detalhes sobre os projetos em desenvolvimento na Colômbia e no Chile, afirma o Santander em um relatório. O banco elevou o preço-alvo para os papéis de 45,95 reais para 53,20 reais para incorporar o aumento de capital da E.ON a ser concluído em maio. A recomendação é de manutenção.

A MPX irá captar 1 bilhão de reais por meio de um aumento de capital no qual a E.ON deverá investir, em última instância, aproximadamente 850 milhões de reais e alcançar uma participação de 10% na MPX. Como parte do acordo, as duas criarão uma joint venture 50/50 por meio da qual serão desenvolvidos os novos projetos de geração.

Valor a ser destravado

Para os analistas Márcio Prado, Danilo Vitti e Carolina Carneiro, o que mais deve criar valor para a empresa de energia do empresário Eike Batista são os projetos na Colômbia e no Chile. O primeiro passo será o relatório sobre o plano de negócios e reservas dos projetos de mineração de carvão na Colômbia da CCX. A expectativa é de que a empresa divulgue um relatório no início de maio.

“Em nossa opinião, esse será um evento positivo para a MPX, pois acreditamos que confirmará a viabilidade do plano da CCX para produzir 35 milhões de toneladas por ano em suas minas colombianas (30 Mtpa [milhões de toneladas por ano] subterrâneas + 5 Mtpa a céu aberto)”, explicam.

Para o Chile, um imbróglio junto ao tribunal local de Antofagasta, que cancelou a licença ambiental na região de Copiapo, atrasa o andamento do projeto. Segundo o banco, a MPX espera que o Supremo Tribunal do país reverta a decisão. “Se incluirmos esses projetos integralmente em nosso preço-alvo, em nosso cenário otimista chegaríamos a R$79,85, implicando um potencial de alta total de 58,4%”, estimam.

 

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