Radar

P U B L I C I D A D E

ABRIR
FECHAR
Saneamento
Voltar

Saneamento

Meta é ter esgoto e água 100% até 2020

Governo, municípios e concessionária preveem investimentos de mais de R$ 20 bilhões para universalizar

Diário de S.Paulo

23/03/2012 11h43 | Atualizada em 23/03/2012 20h00


Em oito anos, o estado de São Paulo vai ter água e esgoto tratados em todos os seus municípios, segundo a SSRH (Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos). Se concretizada, a medida será um grande avanço em relação ao que a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) registrou em 2010, quando a coleta de esgoto atendia 87% e o tratamento correspondia a apenas 51%.

“Até 2020, o plano de universalização do saneamento no estado prevê investimentos de mais de R$ 20 bilhões. Só a Sabesp deve investir mais de R$ 16 bilhões, seguida pelos investimentos do programa Água Limpa e pelas verbas oriundas dos municípios”, diz Rogério Menezes de Mello, secretário adjunto da SSRH.

Sem diminuir a complexidade envolvida no proje

...

Em oito anos, o estado de São Paulo vai ter água e esgoto tratados em todos os seus municípios, segundo a SSRH (Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos). Se concretizada, a medida será um grande avanço em relação ao que a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) registrou em 2010, quando a coleta de esgoto atendia 87% e o tratamento correspondia a apenas 51%.

“Até 2020, o plano de universalização do saneamento no estado prevê investimentos de mais de R$ 20 bilhões. Só a Sabesp deve investir mais de R$ 16 bilhões, seguida pelos investimentos do programa Água Limpa e pelas verbas oriundas dos municípios”, diz Rogério Menezes de Mello, secretário adjunto da SSRH.

Sem diminuir a complexidade envolvida no projeto, Mello afirma que há um cronograma bem definido a cumprir nos próximos anos e as metas estão sendo alcançadas.

O secretário adjunto, contudo, enfatiza que, para se chegar à universalização em oito anos, não é apenas o governo que terá de arregaçar as mangas.

“Hoje, o que chamamos de poluição difusa, que é aquela que não vem do esgoto, e sim do lixo jogado nas ruas, por exemplo, corresponde quase ao volume de esgoto de uma cidade como Campinas”, diz.

Além do lixo jogado nas ruas e rios, outra questão que tem de ser revista é a ligação do esgoto residencial à rede coletora, muitas vezes adiada porque o morador não quer, ou não pode, pagar pelo serviço. Com uma lei de financiamento sancionada em janeiro, isso deve mudar.

Participação

Além de ligar o esgoto à rede coletora, preservar a mata ciliar e denunciar o despejo de lixo nos rios, a população também pode participar mais das discussões sobre os rios estaduais. Para isso, é preciso integrar os comitês de bacia, criados em 1991. Nesses 20 anos, passaram pelos comitês R$ 568 milhões, que ajudaram a financiar e concluir mais de três mil projetos.

 

P U B L I C I D A D E

ABRIR
FECHAR

Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP

Telefone (11) 3662-4159

© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade