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28/05/2012 10h35 | Atualizada em 28/05/2012 14h46
O consórcio VLT Cuiabá, que apresentou a proposta mais barata (R$ 1,47 bilhão) pelo Veículo Leve sobre Trilhos Cuiabá-Várzea Grande, foi habilitado na sexta-feira (25) pela Secretaria da Copa (Secopa) para tocar a obra mais cara da Copa em Mato Grosso.
O grupo de empresas obteve a melhor pontuação na licitação de técnica e preço e apresentou a documentação necessária para seguir adiante no processo licitatório. No entanto, o VLT Cuiabá ainda não pode ser declarado vencedor do certame.
Tudo porque o consórcio que teve a segunda melhor proposta (Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom, que propôs implantar o sistema sobre trilhos a um custo de R$ 1,54 bi) já manife
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O consórcio VLT Cuiabá, que apresentou a proposta mais barata (R$ 1,47 bilhão) pelo Veículo Leve sobre Trilhos Cuiabá-Várzea Grande, foi habilitado na sexta-feira (25) pela Secretaria da Copa (Secopa) para tocar a obra mais cara da Copa em Mato Grosso.
O grupo de empresas obteve a melhor pontuação na licitação de técnica e preço e apresentou a documentação necessária para seguir adiante no processo licitatório. No entanto, o VLT Cuiabá ainda não pode ser declarado vencedor do certame.
Tudo porque o consórcio que teve a segunda melhor proposta (Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom, que propôs implantar o sistema sobre trilhos a um custo de R$ 1,54 bi) já manifestou interesse de recorrer da decisão do governo mato-grossense, segundo informações do site "Midia News".
Este recurso deverá atrasar o definição da concorrência pública e, por conseguinte, adiar o início das obras, previsto para o fim de julho. A partir da ordem de serviço, o metrô leve cuiabano deverá estar pronto em 24 meses, tempo insuficiente, portanto, para estar concluído a tempo para a Copa de 2014.
Redução do valor
A partir de sexta-feira (25), as empresas terão cinco dias úteis para recorrer do resultado da licitação. O resultado final só deverá sair dentro de dez dias.
E de acordo com o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), o governo do estado, tão logo o vencedor da concorrência for anunciado, dará início à fase de negociações com o consórcio escolhido.
A ideia da Secopa é reduzir o custo do VLT para que ele caiba nos R$ 1,21 bilhão estimados inicialmente, valor este que já está encaminhado para empréstimo com recursos da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Caso não seja possível diminuir o valor junto ao consórcio, o governo do estado não sabe, ainda, como vai cobrir os R$ 200 milhões excedentes.
16 de abril 2020
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