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Mato Grosso escolhe proposta mais barata para VLT da Copa

Consórcio VLT Cuiabá supera primeira etapa da licitação, mas ainda não é o vencedor

Portal 2014

23/05/2012 11h42 | Atualizada em 23/05/2012 15h09


Uma das obras mais controversas da Copa, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Cuiabá-Várzea Grandedeverá ser construído a partir da proposta mais barata apresentada na última semana, no valor de R$ 1,47 bilhão, ainda assim R$ 200 milhões mais cara que a estimativa inicial do governo mato-grossense.

De acordo com nota publicada na manhã de terça-feira, (22) no site da Secretaria da Copa (Secopa), o consórcio VLT Cuiabá, formado apenas por empresas nacionais, venceu a primeira etapa da licitação do metrô leve cuiabano. O consórcio cumpriu com praticamente todas as exigências da Secopa, obtendo 99,8 pontos nesta fase da concorrência pública.

O próximo passo será a

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Uma das obras mais controversas da Copa, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Cuiabá-Várzea Grandedeverá ser construído a partir da proposta mais barata apresentada na última semana, no valor de R$ 1,47 bilhão, ainda assim R$ 200 milhões mais cara que a estimativa inicial do governo mato-grossense.

De acordo com nota publicada na manhã de terça-feira, (22) no site da Secretaria da Copa (Secopa), o consórcio VLT Cuiabá, formado apenas por empresas nacionais, venceu a primeira etapa da licitação do metrô leve cuiabano. O consórcio cumpriu com praticamente todas as exigências da Secopa, obtendo 99,8 pontos nesta fase da concorrência pública.

O próximo passo será a apresentação dos documentos de habilitação, na quinta-feira (24), conforme pede o Regime Diferenciado de Contratações (RDC).

A comissão de licitação da Secopa também anunciou que o consórcio Expresso Verde, que havia apresentado a proposta mais cara (R$ 1,85 bilhão), foi desclassificado porque descumpriu ítens do edital.

Segundo o jornal "Gazeta Digital", o consórcio vencedor, VLT Cuiabá, só não obteve pontuação máxima porque a segunda proposta, do consórcio Mendes Júnior/Soares da Costa/Alstom, prevê a realização das obras em um prazo menor (700 dias, ou menos de dois anos), de forma que o metrô de superfície da Copa fique pronto até a competição em 2014.

Este ponto, de acordo com a reportagem, mantém viva a chance do consórcio de segunda melhor proposta ser escolhido para tocar a obra bilionária da Copa.

 

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