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Japão revela plano para desativar Fukushima em quatro décadas

O primeiro passo será eliminar o combustível nuclear usado das piscinas dos reatores de 1 a 4 nos dois próximos anos

EFE

21/12/2011 12h07 | Atualizada em 21/12/2011 15h09


Usina de Fukushima antes dos desastres: AIEA também não entendeu aumento do nível de segurança.

O Governo japonês e a operadora da usina de Fukushima, a Tepco, revelaram nesta quarta-feira o plano para desativar a central em um prazo entre 30 e 40 anos, após decretar há cinco dias a 'parada fria' de seus reatores.

Segundo a agenda, o primeiro passo será eliminar o combustível nuclear usado das piscinas dos reatores de 1 a 4 nos dois próximos anos, e retirar o combustível fundido no interior das unidades 1, 2 e 3 na próxima década, informou a agência 'Kyodo'.

De acordo com o relatório, as piscinas de combustível usado dos reatores de 1 a 4 contêm 3.108 '

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Usina de Fukushima antes dos desastres: AIEA também não entendeu aumento do nível de segurança.

O Governo japonês e a operadora da usina de Fukushima, a Tepco, revelaram nesta quarta-feira o plano para desativar a central em um prazo entre 30 e 40 anos, após decretar há cinco dias a 'parada fria' de seus reatores.

Segundo a agenda, o primeiro passo será eliminar o combustível nuclear usado das piscinas dos reatores de 1 a 4 nos dois próximos anos, e retirar o combustível fundido no interior das unidades 1, 2 e 3 na próxima década, informou a agência 'Kyodo'.

De acordo com o relatório, as piscinas de combustível usado dos reatores de 1 a 4 contêm 3.108 'elementos combustíveis', como são conhecidas as estruturas que contêm as barras de combustível atômico. Já as unidades 1, 2 e 3 contam com 1.496 'elementos combustíveis' em seu interior, muitos dos quais podem estar fundidos ou danificados.

Em reunião realizada hoje entre o Governo e a Tepco, o ministro da Indústria japonês, Yukio Edano, pediu que a operadora 'aumente' o nível trabalho para reduzir a preocupação dos cerca de 80 mil evacuados na zona devido à crise nuclear.

Além disso, segundo o diário econômico 'Nikkei', o Governo estuda repassar cerca de 1 trilhão de ienes (US$ 12,7 bilhões) dos cofres públicos para ajudar a companhia a pagar as compensações para os afetados pela tragédia.

 

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