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Investimentos mundiais em energia limpa precisam duplicar em 8 anos, diz AIE

Ciclo Vivo

03/08/2012 10h35 | Atualizada em 03/08/2012 13h39


Em dez anos, a energia solar e eólica cresceram 42% e 27%, respectivamente. As autoridades mundiais precisam intensificar ainda mais os esforços em prol das energias renováveis. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), é necessário duplicar os investimentos no setor. A informação consta no livro Perspectivas Tecnológicas de Energia 2012: Caminhos para um Sistema de Energia Limpa, lançado no último mês.

A meta em relação à energia limpa precisa ser alcançada até 2020, para que seja possível limitar a elevação das temperaturas globais em apenas dois graus Celsius. Para isso, a AIE diz que é necessário reduzir a dependência mundial por combustíveis fósseis.

A publicação traz recomendações diretas aos ministros, que

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Em dez anos, a energia solar e eólica cresceram 42% e 27%, respectivamente. As autoridades mundiais precisam intensificar ainda mais os esforços em prol das energias renováveis. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), é necessário duplicar os investimentos no setor. A informação consta no livro Perspectivas Tecnológicas de Energia 2012: Caminhos para um Sistema de Energia Limpa, lançado no último mês.

A meta em relação à energia limpa precisa ser alcançada até 2020, para que seja possível limitar a elevação das temperaturas globais em apenas dois graus Celsius. Para isso, a AIE diz que é necessário reduzir a dependência mundial por combustíveis fósseis.

A publicação traz recomendações diretas aos ministros, que devem reduzir progressivamente os subsídios às matrizes não renováveis. Em contrapartida, é necessário priorizar novas tecnologias e aumentar a eficiência energética em todos os setores.

O livro apresenta situações bem sucedidas, como o aumento significativo na produção de energia solar e eólica, que em dez anos cresceram 42% e 27%, respectivamente. As hidrelétricas brasileiras também foram destacadas, como modelo sustentável de produção, que deve ser replicado em outros países.

Nesta semana a diretora da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Ana Lúcia Doladela, falou sobre a preocupação nacional para manter o equilíbrio da matriz energética, valorizando as fontes renováveis.

Segundo ela, este é o segundo tema que mais preocupa o governo em termos de emissões de gases de efeito estufa. Portanto, o país precisa crescer no setor, aproveitando as condições naturais propícias à produção eólica e solar, e aplicando novas tecnologias para gerar energia através dos oceanos.

 

 

 

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