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Índice ABCR apresenta queda de 1,0% em maio

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a queda de 1,8% nos veículos leves, enquanto pesados aumentou 0,8%

Assessoria de Imprensa

10/06/2026 10h24 | Atualizada em 10/06/2026 17h00


O Índice ABCR referente a maio de 2026 apresentou queda de 1,0% na comparação dessazonalizada com abril.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a queda de 1,8% nos veículos leves, enquanto pesados aumentou 0,8%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 2,2%, impulsionado pela alta de 1,5% no fluxo de veículos pesados e de 2,4% do segmento de leves.

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O Índice ABCR referente a maio de 2026 apresentou queda de 1,0% na comparação dessazonalizada com abril.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a queda de 1,8% nos veículos leves, enquanto pesados aumentou 0,8%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 2,2%, impulsionado pela alta de 1,5% no fluxo de veículos pesados e de 2,4% do segmento de leves.

Nos últimos doze meses, o índice total avançou 2,2%, fruto do aumento de 2,2% de veículos leves e 2,2% de pesados.

“Em maio, o fluxo total de veículos nas rodovias concedidas caiu na série dessazonalizada, puxado pela retração dos veículos leves, embora o segmento de pesados tenha avançado. Apesar dessa queda, o resultado não reverte totalmente a alta de abril, impulsionada pelo feriado de Tiradentes. A demanda das famílias ainda encontra suporte na boa dinâmica do mercado de trabalho, aumento da renda e políticas de estímulo ao consumo, mas enfrenta pressões contrárias, como a inflação em alta, especialmente dos combustíveis, crédito mais restritivo e elevado endividamento.”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.

“O fluxo de veículos pesados cresceu na margem, mas ainda sem recuperar a queda de abril, mesmo já refletindo o aumento do diesel e o início das políticas de subvenção. O resultado indica alguma eficácia dessas medidas sobre o fluxo, embora persistam pressões sobre fretes, inflação e custos de insumos, com possíveis impactos futuros na produção. Como riscos, destacam-se a continuidade dessas políticas, o repasse de custos ao consumidor e o cenário geopolítico, enquanto o avanço do comércio eletrônico e da demanda logística seguem favorecendo o segmento.”, pontuam.

Estados - No Rio de Janeiro, o fluxo total apresentou alta de 1,2% comparado a abril na série dessazonalizada. O resultado decorreu da alta de 0,4% em leves e de 5,5% em pesados.

Na comparação com maio de 2025, o índice total registrou alta de 3,5%, resultado dos avanços de 3,4% nos veículos leves e 3,9% nos veículos pesados.

Nos últimos 12 meses, o índice total cresceu 1,7%. O fluxo pedagiado de veículos leves acumulou alta de 1,5% e o fluxo de pesados, de 2,3%.

Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos caiu 1,3% em maio, na série dessazonalizada. Nesse mesmo critério, os leves apresentaram queda de 2,3% e pesados alta de 0,5%.

Em relação ao mesmo período de 2025, o índice total registrou alta de 1,1%. O fluxo pedagiado de veículos leves avançou 1,3% e pesados 0,4%.

No acumulado em 12 meses, o índice total registrou avanço de 1,9%, refletindo altas de 1,9% no fluxo de veículos leves e de 1,8% no de pesados.

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