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Índice ABCR apresenta estabilidade em fevereiro

Na comparação dessazonalizada, resultado de 0,1% refletiu a alta de 0,5% em veículos pesados e queda de 0,4% em leves

Assessoria de Imprensa

10/03/2026 10h31 | Atualizada em 11/03/2026 14h48


O Índice ABCR referente a fevereiro de 2026 apresentou estabilidade (0,1%) na comparação dessazonalizada com janeiro.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a alta de 0,5% em veículos pesados e queda de 0,4% em leves.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 1,5%, impulsionado pela alta de 2,6% no fluxo de veículos leves, apesar da queda de 1,7% do segmento

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O Índice ABCR referente a fevereiro de 2026 apresentou estabilidade (0,1%) na comparação dessazonalizada com janeiro.

O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria.

Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a alta de 0,5% em veículos pesados e queda de 0,4% em leves.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 1,5%, impulsionado pela alta de 2,6% no fluxo de veículos leves, apesar da queda de 1,7% do segmento de pesados.

Nos últimos 12 meses, o índice total avançou 2,5%, fruto do aumento de 2,7% de veículos leves e 1,8% de pesados.

“Mesmo com retração no início do ano, o segmento de leves permanece em níveis historicamente altos, sustentado pelo mercado de trabalho aquecido e pela maior renda, que estimulam deslocamentos cotidianos e viagens de lazer”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.

“Contudo, inflação de serviços persistente e crédito restrito ainda pressionam o orçamento das famílias e limitam maior expansão”, completam.


Já o fluxo de veículos pesados segue em recuperação parcial após as perdas no fim de 2025, mas apresenta queda na comparação anual, refletindo o menor ritmo no escoamento da produção agrícola e os efeitos retardados da política monetária restritiva sobre setores industriais.

“Apesar disso, tendências estruturais como o avanço do comércio eletrônico e a demanda firme por algumas categorias de bens de consumo ajudam a suavizar a desaceleração”, avaliam os analistas.

“Assim, permanece essencial acompanhar como esses fatores contrários, macroeconômicos, setoriais e estruturais, vão influenciar o tráfego nas rodovias administradas pela ABCR nos próximos meses”, pontuam.

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