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IA transforma a rotina da construção civil e chega aos canteiros de obras

Na ATR Incorporadora, inteligência artificial já é usada para automatizar processos de engenharia, suprimentos, novos negócios, financeiro, comercial e marketing

Assessoria de Imprensa

08/10/2026 00h01


A inteligência artificial está avançando na construção civil brasileira e deixando de ser apenas uma tecnologia experimental para entrar na rotina das empresas.

Segundo o Termômetro Falconi da Construção Civil, divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a utilização de soluções baseadas em IA no setor passou de 15%, em 2023, para 38%, em 2025.

Em 2026, especialistas reunidos pela própria CBIC classificaram a adoção da tecnologia na construção como um caminho sem volta e destacaram seu potencial para ganhos de velocidade, custo e qualidade.

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A inteligência artificial está avançando na construção civil brasileira e deixando de ser apenas uma tecnologia experimental para entrar na rotina das empresas.

Segundo o Termômetro Falconi da Construção Civil, divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a utilização de soluções baseadas em IA no setor passou de 15%, em 2023, para 38%, em 2025.

Em 2026, especialistas reunidos pela própria CBIC classificaram a adoção da tecnologia na construção como um caminho sem volta e destacaram seu potencial para ganhos de velocidade, custo e qualidade.

É nesse movimento que a ATR Incorporadora vem construindo sua própria jornada de inteligência artificial.

Em vez de começar pela escolha de uma ferramenta, a empresa estruturou processos e dados em uma cultura interna.

Hoje, já contabiliza nove sistemas em produção e 39 automações ativas em sua Central de Inteligência.

Essa transformação ganhou força a partir de um movimento interno de experimentação: um Concurso de Inteligência Artificial convidou os colaboradores a identificar problemas reais de suas áreas e desenvolver soluções com IA.

“Um dos nossos maiores avanços foi conseguir implantar uma verdadeira cultura de inteligência artificial dentro da ATR. Enquanto em muitas empresas as pessoas ainda têm receio da IA, aqui aconteceu o contrário: nosso time quer usar IA para tudo, procura novas aplicações e propõe soluções espontaneamente”, explica Rafael Rosa, fundador e CEO da ATR Incorporadora.

O concurso de IA foi uma forma de estimular essa cultura e, ao mesmo tempo, torná-la visível.

“Na última edição, tivemos 21 projetos inscritos em apenas um semestre. É praticamente uma nova iniciativa de IA surgindo a cada semana dentro da empresa. Mais do que os projetos premiados, esse movimento contínuo é o que mostra que a inteligência artificial realmente entrou na cultura da organização”, acrescenta o CEO.

Um dos destaques dessa transformação é o Alex, agente de inteligência artificial criado pela ATR para atuar em processos financeiros.

Ao lado de outras soluções desenvolvidas internamente, o projeto mostra como a empresa vem transformando tarefas antes manuais em fluxos automatizados, conectando inteligência artificial aos sistemas e processos já existentes.

A estratégia também aparece em áreas como engenharia, suprimentos, segurança e qualidade.

“Tem tarefa que a gente repete por tanto tempo que para de questionar se ela precisa ser feita daquele jeito. O concurso fez o time voltar a olhar para essas rotinas. E muita ideia boa nasceu desse incômodo”, afirma Gabriel Correa, sócio e diretor de Engenharia da ATR Incorporadora.

Essa ação está alinhada a uma transformação mais ampla do setor. Uma pesquisa nacional de maturidade digital mostra que 70% das empresas de construção ainda estão nos estágios “Tradicional” ou “Iniciante”, reforçando que a capacidade de organizar processos, dados e cultura é um dos desafios para avançar na transformação digital.

A iniciativa da ATR ajudou a aproximar a tecnologia da operação e mostrou que a inovação poderia partir de quem conhece os processos no dia a dia.

A experiência mostra uma mudança de abordagem: em vez de buscar uma única grande aplicação de IA, a empresa vem desenvolvendo soluções específicas para tarefas e gargalos identificados pelas próprias equipes.

“A discussão sobre inteligência artificial não é se vamos usar Claude, ChatGPT ou qualquer outra ferramenta. A ferramenta é a parte menos importante. O que realmente importa é ter dados organizados, processos bem estruturados e o conhecimento da empresa registrado de uma forma que possa ser compreendida e aprendida pela IA. É isso que transforma inteligência artificial em ganho real de produtividade e capacidade de decisão”, reforça Rosa.

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