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Governo quer que Vale incorpore despesa em obra do Pará

Obras visam garantir a navegabilidade do Rio Tocantins, no Pará, entre os municípios de Marabá e Tucuruí

Agência Estado

09/12/2011 11h50 | Atualizada em 09/12/2011 14h58


O governo federal quer empurrar para a Vale uma fatura de R$ 500 milhões visando garantir a navegabilidade do Rio Tocantins, no Pará, entre os municípios de Marabá e Tucuruí - durante os 12 meses do ano. Atualmente, apesar da construção da hidrovia e das eclusas de Tucuruí, o rio é utilizado por apenas oito meses devido à necessidade de retirada de pedras (derrocamento) do que ficou conhecido como Pedral do Lourenço.

Como o derrocamento foi excluído do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Ministério do Planejamento negocia a possibilidade de a Vale incorporar o custo em seus investimentos. "Nós achamos que essa obra é muito importante para o desenvolvimento d

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O governo federal quer empurrar para a Vale uma fatura de R$ 500 milhões visando garantir a navegabilidade do Rio Tocantins, no Pará, entre os municípios de Marabá e Tucuruí - durante os 12 meses do ano. Atualmente, apesar da construção da hidrovia e das eclusas de Tucuruí, o rio é utilizado por apenas oito meses devido à necessidade de retirada de pedras (derrocamento) do que ficou conhecido como Pedral do Lourenço.

Como o derrocamento foi excluído do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Ministério do Planejamento negocia a possibilidade de a Vale incorporar o custo em seus investimentos. "Nós achamos que essa obra é muito importante para o desenvolvimento daquela região do País e estamos refazendo o projeto do derrocamento do Pedral do Lourenço.

Estamos discutindo com a Vale a possibilidade de ela incorporar isso nos seus investimentos", afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, após apresentar o balanço do PAC na Comissão de Infraestrutura do Senado. Procurada, a Vale não se posicionou sobre as afirmações.

A empresa vai construir a siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa), em Marabá. Porém, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, já considera a hipótese de utilizar a logística ferroviária para viabilizar o complexo siderúrgico como alternativa à hidrovia. A empresa já tem uma ferrovia pronta, próxima à cidade de Marabá.

 

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