Energia
Valor Econômico
12/06/2012 08h42
O objetivo é desenvolver esse mercado e incentivar o uso mais eficiente e sustentável de energia no Estado. O valor do desconto, que poderá ser aplicado a partir de 2013, ainda será definido.
O assunto foi tratado na última semana em reunião entre o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro, Julio Bueno, e o diretor-presidente da CEG, Bruno Armbrust. O encontro foi o primeiro passo do processo. A companhia de gás vai analisar agora os detalhes técnicos para viabilizar o desconto.
“Estamos estudando como aumentar a atratividade dos projetos via redução de tarifas. No entanto, são análises que deverão ter impacto a partir de 2013”, afirmou o presidente da CEG. “Nossas análises
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O objetivo é desenvolver esse mercado e incentivar o uso mais eficiente e sustentável de energia no Estado. O valor do desconto, que poderá ser aplicado a partir de 2013, ainda será definido.
O assunto foi tratado na última semana em reunião entre o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro, Julio Bueno, e o diretor-presidente da CEG, Bruno Armbrust. O encontro foi o primeiro passo do processo. A companhia de gás vai analisar agora os detalhes técnicos para viabilizar o desconto.
“Estamos estudando como aumentar a atratividade dos projetos via redução de tarifas. No entanto, são análises que deverão ter impacto a partir de 2013”, afirmou o presidente da CEG. “Nossas análises preliminares indicam a necessidade de melhorar a atratividade para projetos de pequeno e médio porte, a partir de 1 megawatt”, completou.
A tarifa aplicada hoje para projetos de cogeração varia de acordo com o porte e o consumo mensal de gás. Um sistema de cogeração que utiliza 300 mil m³/mês de gás paga um valor de R$ 1,42/m³. Já a tarifa para um sistema que consome 600 mil m³/mês é de R$ 1,28/m³. A margem da distribuidora varia entre 25% e 30%.
A CEG atende hoje 13 empreendimentos comerciais e industriais que utilizam gás natural para cogeração (produção de energia térmica e elétrica) no Rio de Janeiro, totalizando 300 megawatts. Estimativas da distribuidora indicam um potencial para dobrar o volume desse mercado.
Nesta segunda-feira, o secretário Julio Bueno divulgou a lista de 35 projetos que integram o programa “Rio Capital da Energia”, iniciativa do governo fluminense para fazer do Rio de Janeiro um centro de referência nacional nas áreas de inovação tecnológica, eficiência energética e economia de baixo carbono.
Com investimentos de pelo menos R$ 500 milhões, os projetos, destinados às três áreas, serão custeados por empresas de energia, bancos de fomento, instituições de pesquisa, universidades e os governos estadual e federal.
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