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Canal do Transporte
23/04/2012 11h53
O governo do Paraná homologou a licitação aberta pela Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) para as obras de dragagem dos pontos críticos do Canal da Galheta, que dá acesso aos dois terminais portuários do estado. O contrato foi assinado no último dia 18 com a empresa DTA Engenharia, vencedora da concorrência, que tem até 45 dias para mobilizar o equipamento e dar início aos trabalhos, cuja duração prevista é de seis meses.
Dragagem
O preço inicial máximo previsto para o serviço de dragagem do acesso era de R$ 45 milhões. Na licitação, seis empresas apresentaram propostas, sendo que o preço final estabelecido pela vencedora teve uma redução de 20%, ficando em R$ 37 milhões. A DTA é tamb
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O governo do Paraná homologou a licitação aberta pela Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) para as obras de dragagem dos pontos críticos do Canal da Galheta, que dá acesso aos dois terminais portuários do estado. O contrato foi assinado no último dia 18 com a empresa DTA Engenharia, vencedora da concorrência, que tem até 45 dias para mobilizar o equipamento e dar início aos trabalhos, cuja duração prevista é de seis meses.
Dragagem
O preço inicial máximo previsto para o serviço de dragagem do acesso era de R$ 45 milhões. Na licitação, seis empresas apresentaram propostas, sendo que o preço final estabelecido pela vencedora teve uma redução de 20%, ficando em R$ 37 milhões. A DTA é também a responsável pela maior obra do plano nacional de dragagem, que acontece no porto de Santos.
O projeto estipula que as obras estão divididas em dois lotes, compreendendo a dragagem do Canal da Galheta, partes da bacia de evolução e o acesso ao Porto de Antonina, num total de 3,5 milhões de metros cúbicos a serem dragados. Segundo a Appa, os trabalhos de dragagem devem ser realizadas constantemente, para conter o assoreamento diário dos canais, provocado pela ação dos elementos naturais na região, onde a movimentação das águas é intensa e promove mudanças no fundo da baía. Para se ter uma ideia, são duas marés por dia, chegando a mais de 730 marés por ano.
De acordo com a administração portuária, a dragagem emergencial é a primeira de três fases do programa de manutenção dos canais de navegação dos Portos do Paraná. A segunda fase prevê a contratação de serviços de manutenção continuada por 60 meses. Segundo Luiz Henrique Dividino, superintendente da Appa, a partir da terceira etapa, que é a dragagem de aprofundamento dos canais, de 15 para 16 metros de profundidade, os portos poderão receber navios de maior porte.
09 de janeiro 2020
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