Assessoria de Imprensa
14/10/2026 09h59 | Atualizada em 14/10/2026 10h14
O faturamento da indústria de transformação recuou pelo segundo mês consecutivo. Após queda de 2,2% em julho, o índice encolheu 3,5% em agosto.
É o que apontam os Indicadores Industriais, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na semana passada. Com o resultado, o faturamento das empresas industriais acumula retração de 0,2% nos oito primeiros meses de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado.
Com o resultado, o faturamento das empresas industriais acumula retração de 0,2% nos oito primeiros meses de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado.
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O faturamento da indústria de transformação recuou pelo segundo mês consecutivo. Após queda de 2,2% em julho, o índice encolheu 3,5% em agosto.
É o que apontam os Indicadores Industriais, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na semana passada. Com o resultado, o faturamento das empresas industriais acumula retração de 0,2% nos oito primeiros meses de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado.
Com o resultado, o faturamento das empresas industriais acumula retração de 0,2% nos oito primeiros meses de 2026 em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo o levantamento, as horas trabalhadas na produção caíram 1% em agosto. A exemplo do que ocorreu com o faturamento, o indicador recuou na comparação dos oito meses iniciais de 2026 com o mesmo período do ano passado: queda de 0,8%.
A produção em baixa impactou diretamente o uso do parque fabril. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) caiu 0,6 ponto percentual, passando de 77,5% para 76,9%. Ainda assim, a UCI fechou os oito primeiros meses de 2026 1,5% acima do patamar registrado entre janeiro e agosto de 2025.
“Entre as principais causas para esse desempenho negativo da indústria de transformação estão a elevada carga tributária, a falta ou o alto custo de insumos e matérias-primas e os juros altos, que impactam a demanda por produtos industriais e o endividamento das famílias. É importante ressaltar que não são problemas novos. A indústria convive com eles há um bom tempo e é a convivência prolongada com problemas multifatoriais que tem agravado a situação do setor”, afirma Larissa Nocko, especialista em Políticas e Indústria da CNI.
13 de outubro 2026
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