Logística
Agência T1
18/06/2012 11h34 | Atualizada em 18/06/2012 14h53
O setor de transporte ferroviário brasileiro está em pleno desenvolvimento. Com R$ 46 bilhões de investimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no modal até 2014, o país deverá receber 4,6 Km de rodovias modernas.
Segundo o Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT), a atual participação do transporte ferroviário de 25% na matriz de transporte brasileira deverá chegar a 32% até 2025. Atento a esse crescimento, entidades do setor demonstram preocupação com relação à mão de obra qualificada.
De acordo com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), as atividades que apresentam maior déficit de pessoal capacitado são as de agente de estação,
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O setor de transporte ferroviário brasileiro está em pleno desenvolvimento. Com R$ 46 bilhões de investimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no modal até 2014, o país deverá receber 4,6 Km de rodovias modernas.
Segundo o Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT), a atual participação do transporte ferroviário de 25% na matriz de transporte brasileira deverá chegar a 32% até 2025. Atento a esse crescimento, entidades do setor demonstram preocupação com relação à mão de obra qualificada.
De acordo com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), as atividades que apresentam maior déficit de pessoal capacitado são as de agente de estação, maquinista, mecânico de manutenção ferroviária, eletricista de manutenção ferroviária, mantenedor de via permanente e técnico em manutenção ferroviária de instrumentação industrial.
Durante o seminário “Formação de mão de obra ferroviária”, promovido pela Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), 13/06, em Brasília, representantes das concessionárias de ferrovias e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) se reuniram para discutir a melhor maneira de implementação de cursos profissionalizantes.
Oferecidos pela Unidade de Educação Profissional e Tecnológica Uniep/Senai, em parceria com a ANTF, os cursos deverão contemplar mais de 7,1 mil alunos até 2014. Conforme a gerente-executiva de Relações com o Mercado da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Raissa Rossiter, o intuito é personalizar esses cursos para a necessidade do modal brasileiro.
“Nosso papel é assegurar não somente que o Senai trabalhe na formação de pessoal, mas também de disponibilizar um pacote de serviços. Estamos trabalhando com inteligência para conhecer os desafios de cada área, entendendo as necessidades de cada ferrovia para formatar o melhor modelo de programa de formação.”
09 de janeiro 2020
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