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Assessoria de Imprensa
22/06/2012 14h44 | Atualizada em 22/06/2012 16h52
Essa política procura organizar a forma como o país trata o lixo, incentivando a reciclagem e a sustentabilidade. Com essa aprovação foi elaborado o Plano Nacional de Resíduos Sólidos que define dois importantes pontos: o fechamento de lixões até 2014, só rejeitos poderão ser encaminhados aos aterros sanitários, e a elaboração de planos de resíduos sólidos nos municípios. Outro importante avanço da política é a chamada "logística reversa" que na prática diz que uma vez descartadas as embalagens são de responsabilidade dos fabricantes que devem criar um sistema de reciclagem do produto.
Para debater o assunto, a Viex-Americas promove dias 25 e 26 de junho, em São Paulo, o 3º Fórum de Resíduos Sólidos – III Encontro Nacional de Ges
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Essa política procura organizar a forma como o país trata o lixo, incentivando a reciclagem e a sustentabilidade. Com essa aprovação foi elaborado o Plano Nacional de Resíduos Sólidos que define dois importantes pontos: o fechamento de lixões até 2014, só rejeitos poderão ser encaminhados aos aterros sanitários, e a elaboração de planos de resíduos sólidos nos municípios. Outro importante avanço da política é a chamada "logística reversa" que na prática diz que uma vez descartadas as embalagens são de responsabilidade dos fabricantes que devem criar um sistema de reciclagem do produto.
Para debater o assunto, a Viex-Americas promove dias 25 e 26 de junho, em São Paulo, o 3º Fórum de Resíduos Sólidos – III Encontro Nacional de Gestores de Resíduos Sólidos e Waste the Energy.
Em sua terceira edição, o encontro reunirá mais de 30 palestrantes de renome e as principais entidades do setor: Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelp) e Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (Selur).
O encontro promove um balanço do que já foi realizado nos dois anos anteriores e debaterá temas como implantação da PNRS, logística reversa e responsabilidade compartilhada, legislação ambiental para resíduos sólidos urbanos, formatação de consórcios intermunicipais, rotas tecnológicas para waste to energy, mercado de energia a partir de resíduos sólidos urbanos.
Durante o evento duas pautas trarão debates inéditos. Ana Cristina Pasini da Costa (Cetesb) fará uma atualização dos procedimentos para obtenção de licença ambiental para atividades relacionadas a tratamento de resíduos e Amilcar Guerreiro (EPE) falará sobre o mercado de energia a partir de resíduos.
O destino final do lixo orgânico é ainda um grande problema no Brasil. Todos os dias, mais de 190 mil toneladas de lixo são levadas para aterros, ou pior, lixões, em todo o país. Para acabar com todos os lixões é uma tarefa muito complicada, já que pelo menos metade dos municípios do país ainda destina seus resíduos para lixões. De acordo com Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) o Brasil perde cerca de R$ 8 bilhões por ano por deixar de reciclar os resíduos.
Ainda assim, o volume do lixo urbano reciclado aumentou nos últimos anos. Segundo o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), passou de 5 milhões de toneladas em 2003 para 7,1 milhões de toneladas em 2008, o que corresponde a 13% dos resíduos gerados nas cidades. Se considerada apenas a reciclagem de plástico, vidro, metais, papel e borracha, o índice subiu de 17% em 2004 para 25% em 2008. O retorno financeiro é visível: o setor já movimenta R$ 12 bilhões por ano.
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