Infraestrutura
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29/03/2012 14h09 | Atualizada em 29/03/2012 17h10
Entre as empresas multinacionais que tocam as obras de melhoria da infraestrutura brasileira para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 no Brasil, há muitas companhias europeias e chinesas, mas poucas americanas, que desejam uma participação maior.
“Há grandes oportunidades abertas no Brasil e não se veem companhias americanas nos grandes projetos, exceto como fornecedoras”, disse Susan Kurland, secretária-adjunta do Departamento de Transportes dos Estados Unidos. “Queremos nos reunir com os representantes do governo brasileiro e dialogar a respeito de como podemos ajudar a mudar isso."
A secretária está no Brasil com a missão de ampliar o diálogo com o governo brasileiro a respeito de como as empresas americanas podem tra
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Entre as empresas multinacionais que tocam as obras de melhoria da infraestrutura brasileira para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 no Brasil, há muitas companhias europeias e chinesas, mas poucas americanas, que desejam uma participação maior.
“Há grandes oportunidades abertas no Brasil e não se veem companhias americanas nos grandes projetos, exceto como fornecedoras”, disse Susan Kurland, secretária-adjunta do Departamento de Transportes dos Estados Unidos. “Queremos nos reunir com os representantes do governo brasileiro e dialogar a respeito de como podemos ajudar a mudar isso."
A secretária está no Brasil com a missão de ampliar o diálogo com o governo brasileiro a respeito de como as empresas americanas podem trabalhar em projetos de parcerias público-privadas (PPP).
Em São Paulo, Susan esteve na Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) na última quarta-feira (28/03), junto com a representante especial de Assuntos Intragovernamentais Globais do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Reta Jo Lewis, para debater com o setor privado brasileiro as possibilidades de se trabalhar conjuntamente nos projetos de PPPs.
“Creio que há oportunidades em todas as áreas para nossas empresas. Também podemos contribuir com sistemas inteligentes de transportes, desenvolvimento de capacidade logística e participar de projetos nos setores marítimo e rodoviário.”
“Estive em cidades que vão sediar eventos da Copa de 2014 como Recife, Natal, Fortaleza, Salvador e São Paulo, e pude constatar que a mobilidade urbana é uma das maiores preocupações, mais do que a construção de estádios”, disse Reta.
16 de abril 2020
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