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E.ON quer 8 bi de euros por fechamento de usinas nucleares

Empresa quer compensações em uma reivindicação da indústria contra o governo por ter fechado usinas geradoras após o desastre de Fukushima

Reuters

13/06/2012 13h20


A E.ON, a maior empresa de energia elétrica da Alemanha, está buscando 8 bilhões de euros (10 bilhões de dólares) em compensações em uma potencial reivindicação da indústria contra o governo por ter fechado usinas geradoras de energia nuclear.

O jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung reportou nesta quarta-feira que as empresas elétricas da Alemanha, incluindo a E.ON, querem um total de 15 bilhões de euros mas não disse como elas calcularam esse valor.

A Alemanha reagiu ao desastre no reator nuclear de Fukushima, no Japão, fechando oito reatores no ano passado e acelerando o fechamento dos demais reatores, com prazo para ocorrer até 2022.

Um porta-voz da E.ON disse que a empresa está otimista de que sua reinvidicaçã

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A E.ON, a maior empresa de energia elétrica da Alemanha, está buscando 8 bilhões de euros (10 bilhões de dólares) em compensações em uma potencial reivindicação da indústria contra o governo por ter fechado usinas geradoras de energia nuclear.

O jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung reportou nesta quarta-feira que as empresas elétricas da Alemanha, incluindo a E.ON, querem um total de 15 bilhões de euros mas não disse como elas calcularam esse valor.

A Alemanha reagiu ao desastre no reator nuclear de Fukushima, no Japão, fechando oito reatores no ano passado e acelerando o fechamento dos demais reatores, com prazo para ocorrer até 2022.

Um porta-voz da E.ON disse que a empresa está otimista de que sua reinvidicação será bem-sucedida. Advogados afirmaram que o caso é altamente complexo e que as decisões devem demorar anos.

Um porta-voz da empresa rival RWE, que tem um plano de desinvestimento de 7 bilhões de euros em resposta ao fechamento de estações nucleares, não quis comentar a quantia envolvida. Fontes próximas a empresa disseram que os danos podem totalizar mais de 2 bilhões de euros.

A E.ON já havia dito não ser contra os planos do governo de focar em energia renovável em detrimento da energia nuclear e combustíveis fósseis, mas acredita que seus direitos de propriedade foram infringidos.

 

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