Energia
Cenário MT
02/03/2012 14h28
A energia eólica como fonte complementar de energia para o Brasil foi defendida em Plenário nesta quinta-feira (1º) pelo senador Benedito de Lira (PP-AL). O senador apontou esse tipo de energia como solução para o desenvolvimento das regiões mais pobres do país, como o Norte e Nordeste e pediu maiores investimentos do governo e da iniciativa privada no setor.
Ele ressaltou que a energia eólica é limpa, renovável e barata, sendo ainda a que mais assegura a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.Benedito de Lira divulgou números que mostram a energia eólica ocupando um espaço ainda bem reduzido entre as matrizes energéticas adotadas no Brasil. A energia consumida no país é quase toda de fonte hidrotérmica, disse.
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A energia eólica como fonte complementar de energia para o Brasil foi defendida em Plenário nesta quinta-feira (1º) pelo senador Benedito de Lira (PP-AL). O senador apontou esse tipo de energia como solução para o desenvolvimento das regiões mais pobres do país, como o Norte e Nordeste e pediu maiores investimentos do governo e da iniciativa privada no setor.
Ele ressaltou que a energia eólica é limpa, renovável e barata, sendo ainda a que mais assegura a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.Benedito de Lira divulgou números que mostram a energia eólica ocupando um espaço ainda bem reduzido entre as matrizes energéticas adotadas no Brasil. A energia consumida no país é quase toda de fonte hidrotérmica, disse.
As usinas hidrelétricas respondem por 71% da produção, e usinas térmicas, movidas a óleo, gás, carvão ou combustível nuclear, garantem 28%. A energia eólica responde apenas por 1% do total. O senador mostrou-se, no entanto, otimista quanto à ampliação do uso da energia eólica. Ele informou que o ano de 2011 registrou um forte crescimento do setor, aliado ao fato de o Brasil ter passado a produzir a energia eólica mais barata de todo o mundo.
Já o Plano Decenal de Expansão de Energia, do Ministério de Minas e Energia, prevê o aumento progressivo da capacidade instalada de 123.192 megawatts para 171.138 megawatts em 2020. Com os investimentos, a estimativa é de que, até lá, a energia eólica passe a responder por 6,5% da produção de energia no Brasil.
Benedito de Lira também destacou o papel do Brasil como quinto maior investidor em energias renováveis de todo o mundo, tendo destinado ao segmento cerca de US$7 bilhões em 2011 - duas vezes mais do que todos os 52 países africanos investiram juntos. Isso demonstra, na avaliação do senador, o "esforço notável" do país para garantir um desenvolvimento com sustentabilidade.Diante deste cenário, Benedito de Lira fez um apelo ao Ministério de Minas e Energia e aos empresários do setor para que se empenhem no cumprimento das metas do Plano Decenal de Expansão da Energia e, se possível, até aumentem os investimentos no setor.
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