Energia
Webtranspo
15/06/2012 10h06
A presidente Dilma Rousseff bateu o pé e garantiu que o Governo continuará mantendo o conteúdo nacional nos projetos do setor de petróleo e gás. “Todos aqueles que pensam que por meio de uma pressãozinha vão impedir que o governo continue a perseguir conteúdo nacional estão equivocados”, ressaltou a política, durante a assinatura de um contrato de financiamento, entre o Banco do Brasil e o governo do Estado do Rio de Janeiro, no valor de R$ 3,645 bilhões.
Para a presidente, o setor petrolífero é um importante fator para alavancar o desenvolvimento nacional e, em especial, do Rio de Janeiro. Na avaliação de Dilma, o Estado fluminense é um dos principais beneficiados, sobretudo, porque os avanços na exploração de petróleo e seus de
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A presidente Dilma Rousseff bateu o pé e garantiu que o Governo continuará mantendo o conteúdo nacional nos projetos do setor de petróleo e gás. “Todos aqueles que pensam que por meio de uma pressãozinha vão impedir que o governo continue a perseguir conteúdo nacional estão equivocados”, ressaltou a política, durante a assinatura de um contrato de financiamento, entre o Banco do Brasil e o governo do Estado do Rio de Janeiro, no valor de R$ 3,645 bilhões.
Para a presidente, o setor petrolífero é um importante fator para alavancar o desenvolvimento nacional e, em especial, do Rio de Janeiro. Na avaliação de Dilma, o Estado fluminense é um dos principais beneficiados, sobretudo, porque os avanços na exploração de petróleo e seus derivados significam a oportunidade de criação de uma cadeia de fornecedores que vai desde o estaleiro e a construção de navios até equipamentos necessários para este tipo de serviço.
Além disso, a mandatária brasileira também refutou as críticas que dizem que os atrasos observados na produção, da Petrobras, se devem à exigência feita pelo Governo Federal de dar prioridade a equipamentos produzidos no País. “Isso, de fato, não é uma verdade”, ressaltou.
Segundo a presidente, a indústria brasileira pode produzir tecnologia de alta qualidade no país. “E nós não mediremos esforços para isso”. Nesse sentido, segundo ela, o “Programa Ciência sem Fronteiras”, do governo federal, prevê que até 2014 cerca de 100 mil brasileiros terão acesso a conhecimento e tecnologia mais avançada em universidades modernas, em todo o mundo.
Em relação à importação de sondas de exploração de petróleo e gás realizada pela Petrobras, Dilma afirmou que isso foi uma medida inicial, pois, “os estaleiros não estão prontos, porque nós sucateamos a nossa indústria naval e tivemos que reconstruí-la. Enquanto se reconstrói, você não consegue produzir sondas”.
De acordo com a presidente, em 2015 ou 2016, a indústria nacional já estará apta para o fornecimento destes materiais, no entanto admitiu que as importações, ainda que em menor escala, devem continuar, mesmo assim a política reiterou que o objetivo é gerar empregos por aqui e não no exterior por meio de contratos navais externos.
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