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Cimento mantém ritmo de alta nas vendas em agosto

Segundo o SNIC, a indústria comercializou 6,1 milhões de toneladas no mês, alta de 1,9% em relação ao mesmo mês do ano passado

Assessoria de Imprensa

08/09/2026 16h48 | Atualizada em 08/09/2026 16h54


Em agosto, a indústria brasileira de cimento comercializou 6,1 milhões de toneladas, alta de 1,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

No acumulado de janeiro a agosto, as vendas alcançaram 45 milhões de toneladas, crescimento de 1,8% na comparação anual.

O despacho por dia útil totalizou 261 mil toneladas, com avanço de 1,9% ante agosto de 2025 e elevação de 4,7% em relação a julho deste ano.


Fonte: SNIC, com dados da FGV

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Em agosto, a indústria brasileira de cimento comercializou 6,1 milhões de toneladas, alta de 1,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC).

No acumulado de janeiro a agosto, as vendas alcançaram 45 milhões de toneladas, crescimento de 1,8% na comparação anual.

O despacho por dia útil totalizou 261 mil toneladas, com avanço de 1,9% ante agosto de 2025 e elevação de 4,7% em relação a julho deste ano.


Fonte: SNIC, com dados da FGV

O resultado mantém a trajetória positiva das vendas em um ambiente de desaceleração gradual da atividade econômica.

Para o SNIC, a desaceleração do crescimento trimestral requer atenção, especialmente ao desempenho da construção, infraestrutura e indústria, além da evolução dos investimentos, áreas diretamente relacionadas à demanda por cimento.


Fonte: SNIC, com dados da FGV

O cenário de crescimento mais moderado também afeta as expectativas dos consumidores, do setor da construção e da indústria.

“Os indicadores de confiança apontam maior cautela para o 2º semestre”, assinala.

Na perspectiva da indústria, há um notável avanço na implantação de soluções de pavimento de concreto para rodovias e vias urbanas, em andamento em mais de 200 municípios do país.

Mesmo assim, a confiança da indústria registrou a maior queda desde agosto do ano passado.

“O resultado reflete a instabilidade relacionada às novas tarifas de importação dos Estados Unidos, o arrefecimento da demanda, o acúmulo de estoques e as incertezas associadas à desaceleração da atividade econômica, a questão fiscal e o início do calendário eleitoral”, aponta.


Fonte: SNIC, com dados da FGV

Apesar das pressões, o setor cimenteiro segue otimista com a sazonalidade das vendas.

Historicamente, o produto apresenta melhor desempenho de vendas no 2º semestre, período que pode favorecer a continuidade da demanda associada ao mercado de trabalho, à habitação popular e aos investimentos em infraestrutura.

“O setor tem um papel relevante no desenvolvimento do país, o que nos levou a elaborar uma série de propostas para os candidatos aos governos federal e estaduais”, observa Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.

“A ideia é trazer soluções de aplicação imediata nas áreas de infraestrutura, sustentabilidade e descarbonização, além de iniciativas relacionadas à gestão de resíduos e ao uso de materiais recicláveis”, reforça.


Fonte: SNIC, com dados da FGV

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