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China anuncia 100 projetos de energia limpa na África

Dez nações africanas são beneficiadas pelos trabalhos; entre elas, estão Etiópia e Moçambique, que devem receber as instalações em breve

CicloVivo

01/11/2011 12h39 | Atualizada em 01/11/2011 15h59


O governo chinês anunciou a implantação de cem projetos de energia limpa a serem realizados em países africanos. De acordo com a declaração das autoridades locais, a ação visa ajudar a África a combater as mudanças climáticas.

Segundo Lu Shaye, diretor-general do Departamento dos Assuntos Africanos no Ministério das Relações Exteriores da China, dez nações africanas têm sido beneficiadas pelos trabalhos realizados pelo governo chinês. A escolha deve-se ao fato que o continente é o mais afetado pelas mudanças no clima e assim parte desses efeitos pode ser minimizada.

Entre os cem projetos existem programa direcionados à energia solar, biogás, e hidrelétricas, co

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O governo chinês anunciou a implantação de cem projetos de energia limpa a serem realizados em países africanos. De acordo com a declaração das autoridades locais, a ação visa ajudar a África a combater as mudanças climáticas.

Segundo Lu Shaye, diretor-general do Departamento dos Assuntos Africanos no Ministério das Relações Exteriores da China, dez nações africanas têm sido beneficiadas pelos trabalhos realizados pelo governo chinês. A escolha deve-se ao fato que o continente é o mais afetado pelas mudanças no clima e assim parte desses efeitos pode ser minimizada.

Entre os cem projetos existem programa direcionados à energia solar, biogás, e hidrelétricas, com o intuito de facilitar e obtenção de energia e tornar o processo mais limpo. Etiópia e Moçambique estão na lista dos beneficiados, que devem começar a receber as instalações em breve.

O continente africano tem sido a principal preocupação de especialistas, que garantem que os impactos das alterações climáticas podem ser sentidos com mais intensidades nessas áreas, que atualmente já são afetadas pela pobreza e pela falta de estrutura em saneamento básico, por exemplo.

Neste mês, o pesquisador australiano Tony McMichael, da Universidade Nacional Australiana, alertou para o aumento das mortes na África, causadas pela fome e pela propagação de doenças infecciosas.

Assim como a China, muitos países desenvolvidos têm investido capital em estruturas de combate às mudanças climáticas em nações em desenvolvimento, devido ao compromisso estabelecido no Protocolo de Kyoto.

 

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