Energia
Jornal da Energia
21/05/2012 09h21 | Atualizada em 21/05/2012 12h56
A estatal gaúcha de energia CEEE, que teve recentemente divulgado um plano de investimentos pelo governo do Rio Grande do Sul, por meio do Programa RS Mais Energia, que prevê aportes de R$1,7 bilhão, deverá ser presença confirmada nos leilões de energia previstos para este ano - tanto nos de geração quanto de transmissão. O foco da companhia será principalmente em projetos de geração eólica localizados em seu Estado de atuação.
Além disso, a companhia também pretende entrar em hidrelétricas. Uma das que está no radar da CEEE é a UHE Itapiranga (725MW), que pode aparecer nos leilões de energia em 2013 ou 2014. A empresa, que já tem participações nas hidrelétricas de Ch
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A estatal gaúcha de energia CEEE, que teve recentemente divulgado um plano de investimentos pelo governo do Rio Grande do Sul, por meio do Programa RS Mais Energia, que prevê aportes de R$1,7 bilhão, deverá ser presença confirmada nos leilões de energia previstos para este ano - tanto nos de geração quanto de transmissão. O foco da companhia será principalmente em projetos de geração eólica localizados em seu Estado de atuação.
Além disso, a companhia também pretende entrar em hidrelétricas. Uma das que está no radar da CEEE é a UHE Itapiranga (725MW), que pode aparecer nos leilões de energia em 2013 ou 2014. A empresa, que já tem participações nas hidrelétricas de Chapecó e Machadinho, também não descarta, caso a Eletrobras abra espaço, entrar como sócia nas UHEs Garabi-Panambi (2.200MW), que serão instaladas na fronteira com a Argentina.
No próximo leilão de transmissão, previsto para junho deste ano, a empresa pretende entrar na briga por um lote que prevê a construção de uma linha de 500kV de Santa Rita até Santa Fé do Palmar. A CEEE discute a possibilidade de parceiros para transmissão e não descarta nova aliança com a chinesa Zhejiang Insigma United Engineering - com quem arrematou um lote em certame de 2010.
O projeto licitado na época, que conta com uma rede de subterrânea em Porto Alegre, está em construção e, segundo a CEEE, deverá ser concluído em outubro deste ano.
A tranquilidade para investimentos e participação em leilões, segundo o presidente da companhia, Sérgio Souza, é resultado, principalmente, de uma injeção de recursos após o pagamento, pela União, de R$4 bilhões em dívidas. O montante era fruto de um antigo débito referente à Conta de Resultados a Compensar (CRC) e foi quitado em fevereiro. “Estamos colocando tudo em dia e projetando novos investimentos”, disse Souza.
Dentro do pacote, estão incluídos os projetos eólicos e de linhas de transmissão, além da recuperação de pequenas centrais hidrelétricas existentes.
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