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R7
26/07/2012 08h56 | Atualizada em 26/07/2012 17h21
Moradores de mais de cem comunidades do Rio convivem com a constante ameaça de perder a casa a qualquer momento. Segundo a GeoRio (Instituto de Geotécnica do Município do Rio de Janeiro), mais de 18 mil imóveis, distribuídos em 117 favelas, estão localizados em áreas de alto risco. Como medida emergencial para evitar mortes em possíveis desabamentos ou deslizamentos de terra, foram instaladas, desde meados de 2011, 168 sirenes, que alertam sobre a possibilidade de chuva forte.
Além do sistema de alerta, foram investidos na capital, desde 2009, mais de R$ 4 bilhões para o reassentamento de cerca de 20 mil famílias que viviam em áreas condenadas pela Defesa Civil. Desse
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Moradores de mais de cem comunidades do Rio convivem com a constante ameaça de perder a casa a qualquer momento. Segundo a GeoRio (Instituto de Geotécnica do Município do Rio de Janeiro), mais de 18 mil imóveis, distribuídos em 117 favelas, estão localizados em áreas de alto risco. Como medida emergencial para evitar mortes em possíveis desabamentos ou deslizamentos de terra, foram instaladas, desde meados de 2011, 168 sirenes, que alertam sobre a possibilidade de chuva forte.
Além do sistema de alerta, foram investidos na capital, desde 2009, mais de R$ 4 bilhões para o reassentamento de cerca de 20 mil famílias que viviam em áreas condenadas pela Defesa Civil. Desse total, 14 mil casas foram entregues pelo programa Minha Casa, Minha Vida, em parceria com o governo federal. Os outros moradores foram indenizados ou compraram um novo imóvel com ajuda da prefeitura.
Ao longo do mesmo período, a prefeitura, por meio de um programa de urbanização, reduziu as deficiências de infraestrutura em cerca de 60 comunidades. De acordo com a Secretaria de Habitação, 70 mil domicílios passaram a contar com melhores condições de saneamento e serviços. Entretanto, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o déficit ainda é grande. Mais de 1,7 milhão de pessoas, equivalente a 25% da população carioca, vivem nas 594 favelas da cidade.
Ainda de acordo com o IBGE, nas áreas urbanizadas das zonas norte e oeste, mais de 290 mil pessoas convivem com esgoto a céu aberto. A pesquisa indicou também que 260 mil moradores dessas regiões sofrem com lixo acumulado próximo às suas casas.
Os pré-candidatos à Prefeitura do Rio apresentaram ao R7 suas propostas para a área de habitação e moradia.
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