Infraestrutura
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16/12/2011 12h10
Dois projetos de lei que tratam da implantação do monotriho da Linha 17-Ouro do metrô foram aprovados ontem (14) pela Câmara Municipal de São Paulo.
A obra integra os planos da capital paulista para a Copa de 2014 e está incluída no PAC da Mobilidade Urbana, que lista os projetos de transporte essenciais para a realização do Mundial nas 12 cidades-sede.
Os projetos de lei 464/2011 e 475/2011 ainda precisam passar por uma segunda votação antes de serem sancionados pelo prefeito Gilberto Kassab.
Além do monotrilho, os projetos incluem melhorias viárias no bairro do Morumbi e no complexo de Paraisópolis.
Segundo o governo paulista, a obra é importante por conectar o Aeroporto de Congonhas ao setor hoteleiro d
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Dois projetos de lei que tratam da implantação do monotriho da Linha 17-Ouro do metrô foram aprovados ontem (14) pela Câmara Municipal de São Paulo.
A obra integra os planos da capital paulista para a Copa de 2014 e está incluída no PAC da Mobilidade Urbana, que lista os projetos de transporte essenciais para a realização do Mundial nas 12 cidades-sede.
Os projetos de lei 464/2011 e 475/2011 ainda precisam passar por uma segunda votação antes de serem sancionados pelo prefeito Gilberto Kassab.
Além do monotrilho, os projetos incluem melhorias viárias no bairro do Morumbi e no complexo de Paraisópolis.
Segundo o governo paulista, a obra é importante por conectar o Aeroporto de Congonhas ao setor hoteleiro da cidade. Inicialmente, serviria também para transportar torcedores ao Morumbi, mas o estádio foi substituído pelo Itaquerão, localizado na zona leste paulistana.
Fatiamento e atrasos
Orçada em R$ 3,1 bilhões, a construção da linha 17 foi dividida em três fases. O primeiro trecho terá 7,7 km, ligando a Estação Morumbi da CPTM ao aeroporto de Congonhas, e deve estar pronto até 2014. O percurso total, com 17,7 km, foi adiado para 2016.
Além do fatiamento do projeto, a construção da linha 17 está atrasada. O cronograma da Copa previa o início das obras em novembro.
O governo de São Paulo assinou o contrato em junho passado, mas a empreiteira ainda aguarda a emissão da licença de instalação pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.
Ainda pendentes também estão o processo de ajuizamento para desapropriação de 63 imóveis, a elaboração dos estudos de topografia, sondagem e os projetos executivos.
16 de abril 2020
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