Energia
EFE
28/03/2012 08h46 | Atualizada em 28/03/2012 14h10
Brasil e Uruguai aprofundaram sua interconexão energética e ratificaram suas intenções de impulsionar uma maior cooperação nesse campo com um acordo que permitirá às autoridades de Montevidéu comprar até 800 megawatts de energia produzida em solo brasileiro.
O convênio permitirá ao Uruguai, cuja potência energética instalada, baseada em fontes hidroelétricas, é de 1,5 mil megawatts, contar com um respaldo de energia ao qual poderá recorrer quando enfrentar problemas energéticos em momentos de picos de consumo ou em períodos de seca, segundo explicou o ministro de Indústria e Energia uruguaio, Roberto Kreimerman.
O funcionário realizou este anúncio em entrevist
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Brasil e Uruguai aprofundaram sua interconexão energética e ratificaram suas intenções de impulsionar uma maior cooperação nesse campo com um acordo que permitirá às autoridades de Montevidéu comprar até 800 megawatts de energia produzida em solo brasileiro.
O convênio permitirá ao Uruguai, cuja potência energética instalada, baseada em fontes hidroelétricas, é de 1,5 mil megawatts, contar com um respaldo de energia ao qual poderá recorrer quando enfrentar problemas energéticos em momentos de picos de consumo ou em períodos de seca, segundo explicou o ministro de Indústria e Energia uruguaio, Roberto Kreimerman.
O funcionário realizou este anúncio em entrevista coletiva depois de reunir-se em Montevidéu com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que está na capital uruguaia junto com representantes da Eletrobrás e da Petrobras.
'Este é um avanço na integração entre Uruguai e Brasil. O aprofundamento da integração não tem que ser apenas comercial ou físico, mas tem que ser também energético', frisou Kreimerman.
Por sua parte, Lobão destacou que o acordo foi fechado porque 'tudo que é de interesse para o Uruguai também é para o Brasil', e que a integração regional 'se fortalece pelos caminhos da interconexão da energia'.
'Estes são negócios entre amigos e vizinhos. Assim funciona a integração. Esse é um mecanismo que funciona', acrescentou o ministro.
Ambos ministros indicaram também que existem outros projetos de cooperação energética entre ambos, focados em diversificar a matriz com prospecções na busca por hidrocarbonetos ou na geração de energia eólica.
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