Energia
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03/07/2012 08h09 | Atualizada em 03/07/2012 13h39
Começou na segunda-feira, 2, no Rio de Janeiro (RJ), a 31ª edição da International Conference on Ocean, Offshore and Arctic Engeneering (Omae 2012). O evento, que ocorre no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, reúne representantes da indústria petrolífera de 41 países. O encontro terá aproximadamente mil participantes e mais de 700 apresentações.
Entre os temas abordados está a exploração de petróleo em águas profundas, na qual o Brasil e a Petrobras vêm avançando de forma sustentável. De acordo com o professor Segen Stefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe
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Começou na segunda-feira, 2, no Rio de Janeiro (RJ), a 31ª edição da International Conference on Ocean, Offshore and Arctic Engeneering (Omae 2012). O evento, que ocorre no Windsor Barra Hotel, na Barra da Tijuca, reúne representantes da indústria petrolífera de 41 países. O encontro terá aproximadamente mil participantes e mais de 700 apresentações.
Entre os temas abordados está a exploração de petróleo em águas profundas, na qual o Brasil e a Petrobras vêm avançando de forma sustentável. De acordo com o professor Segen Stefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), o País está se tornando referência no assunto com a exploração de petróleo na área do pré-sal.
“É óbvio que na medida em que avançamos em direção a fronteiras do conhecimento, cada vez em situações mais críticas, mais difíceis, se faz necessário responder a isso com maior conhecimento, engenharia e tecnologia. E é isso que estamos fazendo”, disse Stefen.
Ele lembra que, atualmente, o Brasil é líder mundial no desenvolvimento das pesquisas para a exploração offshore e, com isso, tem atraído grandes empresas. Muitas estão, inclusive, estabelecendo centros de pesquisa no País para trabalhar em assuntos ligados ao pré-sal e à exploração em águas profundas.
“Não há nenhuma outra empresa mais preparada do que a Petrobras para esse desafio. Agora, é óbvio que temos que buscar a excelência, a melhoria das técnicas. É uma busca contínua e ouso dizer que a Petrobras acumulou bagagem e tem um nível alto de recursos humanos em seu corpo funcional que a credencia para levar adiante essa empreitada com sucesso”, completa o professor.
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